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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Mulherzinha-bomba quer tornar-se mártir por Alá

Grupos militantes na Faixa de Gaza estão se armando e se preparando para uma possível retomada da violência, segundo evidências obtidas pela BBC.

Apesar do cessar fogo em vigor no momento, o correspondente da, BBC no Oriente Médio, Paul Wood, visitou um programa de treino para homens e mulheres-bomba que está sendo oferecido pela organização militante da Jihad Islâmica.

O alá (inicial minúscula de propósito) deve estar a precisar de reabastecer o stock de virgens. Será que na lavagem de cérebro que fazem às mulheres-bomba, lhes convecem que terão direito a 70 gajos virgens à espera no paraíso já de cuequinha em baixo? Deve ser um gang-bang do caraças!

Wood conversou com uma palestiniana de 18 anos que atende pelo pseudónimo de Oum Anas. Ela está recebendo treino num lugar secreto no norte da Faixa de Gaza.

Só espero que esta gaja tenha um acidente de trabalho antes de realizar o projecto final.

Segundo o correspondente, Anas, recém-casada, falou com firmeza e clareza a respeito da decisão de se tornar uma mulher-bomba - ou mártir, termo usado pelos militantes.

- "Decidi tornar-me uma mártir porque esse é o sonho de todo o menino e menina palestiniano", disse Anas. "Tomei a minha decisão há um ano".

O sonho de vir a ser um(a) médico(a), advogado(a), modelo, cantor(a) ou actor/ actriz de cinema fica destinado só para os infiéis de Alá.

- "Nós vemos a forma como os palestinianos vivem, vemos o que a ocupação (por Israel) está fazendo connosco. Eles matam as nossas crianças, as nossas mulheres idosas, eles jogam bombas nas nossas mesquitas mesmo quando estamos dentro, rezando", prosseguiu a fundamentalista.

Pois esses israelitas não são santinhos nenhuns, basta ir ver à Bíblia.

Wood comentou que Anas havia se casado há pouco tempo e perguntou o que o seu marido pensava da sua decisão de se tornar uma mulher-bomba.

- "Quando o meu marido se casou comigo ele sabia o meu modo de pensar. Ele sabe exactamente quem eu sou e decidiu casar-se comigo baseado nisso. O casamento não representa um obstáculo de maneira alguma".

É capaz de se ter casado por causa do seguro de vida.

- "Isto (a minha decisão) é uma inspiração que vem de Deus e você está certo do que está fazendo, escolheu o seu caminho e não se arrepende".

Este é que é o deus do amor... à dinamite.

Quanto ao tipo de alvo que estaria preparada para atingir, Anas não faz distinções entre civis e militares, mulheres e crianças.

- "(Eu mataria) soldados israelitas e civis também, porque ambos tomaram a nossa terra", disse.

- "Crianças são civis mas crescem e tornam-se soldados. São todos iguais, todos foram educados para nos odiar".

Porque será!!??... Ahhh, já sei! Deve ser por causa de vocês usarem uns cintos estranhos.

Para o correspondente da BBC, a motivação por trás da decisão de Anas é religiosa e não nacionalista.

Durante muito tempo, a lei islâmica proibia que mulheres fossem usadas em operações militares, mas a lei foi alterada por clérigos islâmicos em Gaza há alguns anos.

Isto deve ser o começo da emancipação da mulher no mundo islâmico.

2 comentários:

Ricardo Tomás disse...

Excelente post amigo Hélder!! Como um amigo meu costuma dizer: do "best"!

Abraço aí para o Canadá!

João Pereira disse...

Epah e se esses tais fieis fossem todos martires ao mesmo tempo, assim quem sabe no meio do deserto? Isso é que era! Com os "infieis" posso eu bem.