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terça-feira, 30 de junho de 2009

O melhor programa de TV do Texas

Vejam aqui 3 interessantes videos em que Matt Dillahunty refuta de uma forma exemplar a moralidade do Deus da Bíblia.





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domingo, 12 de abril de 2009

A Crucificação, a Morte e a Ressurreição de Cristo

A Páscoa explicada através de um pequeno excerto do filme Zeitgeist.



Boas celebrações do Equinócio de Primavera, ou melhor dizendo - Boa Páscoa!

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A Verdadeira História do Natal

Roma, século 2, dia 25 de Dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de Dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até ao auge do Verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para prestar culto a Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajectória do Sol ao longo do ano.

A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Prestar culto a Mitra, o deus da luz, no dia 25 de Dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de Inverno - pelo calendário actual, diferente daquele dos romanos, o fenómeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados entregavam-se a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não passava cartão a essas coisas crescia em Roma: o Cristianismo.

Desejo a todos os leitores um feliz Solstício de Inverno, repleto de muita paz, saúde, amor e sucesso.

Fonte: http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_192443.shtml

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sábado, 30 de agosto de 2008

Escultura de Sapo Crucificado considerada blasfémia...!!!


Um museu italiano desafiou o papa Bento 16 e se recusou a remover uma escultura de arte contemporânea que mostra um sapo verde crucificado, segurando nas mãos uma caneca de cerveja e um ovo. O Vaticano considerou a peça uma blasfêmia.

A maioria dos membros do conselho do museu Museion, na cidade de Bolzano, decidiu que o sapo é uma obra de arte e continuará na exposição.

Chamada de "Zuerst die Fuesse" (primeiro os pés), o sapo usa um pano verde na área da cintura e está pregado pelas mãos e pelos pés como Jesus Cristo. Uma língua verde pende para fora de sua boca.

O trabalho do artista alemão Martin Kippenberger, morto em 1997, foi exposto na Tate Modern e na Galeria Saatchi, em Londres, e na Bienal de Veneza. Retrospectivas da obra do artista estão programadas para Los Angeles e Nova York.

Autoridades do museu localizado na região ao norte de Alto Ádige disseram que o artista considerava a peça uma ilustração do medo sentido pelos seres humanos.

O papa, que nasceu na Alemanha e recentemente passou suas férias em um lugar perto de Bolzano, obviamente não concorda.

Em nome do papa, o Vaticano escreveu uma carta de apoio a Franz Pahl, líder do governo daquela região e uma das vozes contrárias à escultura.

"Claramente, não se trata de uma obra de arte, mas de uma blasfêmia e de um degradante pedaço de lixo que deixou muitas pessoas indignadas", afirmou Pahl à Reuters, por telefone, enquanto a diretoria do museu realizava sua reunião.

Na carta, o Vaticano disse que a obra "fere os sentimentos religiosos de muitas pessoas que vêem na cruz o símbolo do amor divino".

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sábado, 9 de agosto de 2008

George Carlin (A nossa homenagem póstuma ao génio da comédia)

Grande
Eloquente
Nitescente
Inteligente
Acutilante
Libertário

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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Dilema do mal/ Paradoxo de Epicuro

Deus é omnipotente, omnisciente e bom!

Deus não poderá ser as três coisas.

Se for omnipotente e omnisciente, então tem conhecimento de todo o mal e poder para acabar com ele, ainda assim não o faz. Não é bom.

Se for omnipotente e bom, então tem poder para extingir o mal e quer fazê-lo, pois é bom. Mas não sabe quanto mal existe.

Se for omnisciente e bom, então sabe do todo o mal e quer mudá-lo. Mas isso elimina a possibilidade de ser omnipotente, pois se o fosse erradicava o mal.

Logicamente seria impossível sair daqui. Pois é!! Mas lógica e religião não têm muito a ver. Por isso os cristãos para se livrarem deste paradoxo, espetaram-nos com a teoria do livre-arbítrio. O livre-arbítrio segundo os religiosos é o aspecto em que o ser humano tem total liberdade nas suas acções, ou seja, não é controlado por Deus.

Antes de lá chegarmos, afirmar que o mal provém somente do livre-arbítrio, é no mínimo falacioso. O que dizer dos acidentes, das catástrofes naturais e de outras desgraças que os seres humanos não podem controlar, que destroem a vida de milhões de pessoas, isso não prova que existe mal para além do ser humano?

Para ter livre-arbítrio, o ser humano deve ter mais do que uma opção, sendo que uma é descartada. Isso significa que antes de se fazer a escolha, deve haver um estado de incerteza durante o período de possibilidades: o ser humano não pode saber o futuro. Mesmo se o ser humano achar que pode prever a sua decisão, se afirma ter lívre-arbítrio, deve admitir a possibilidade (senão o desejo) de mudar de ideia antes da decisão ser a última.

Um ser que sabe tudo não pode ter um "estado de incerteza". Ele sabe as escolhas antes. Isso significa que não têm a liberdade de evitar as escolhas dele, portanto ele não possui o lívre-arbítrio. Já que um ser que não possui o livre-arbítrio não é um ser pessoal, um ser pessoal que sabe tudo não pode existir.

Se existe o livre-arbítrio, porquê a rezas e as orações pedindo a Deus que intervenha na vida do ser humano?

Deus sabe o futuro, pois existem as profecias. Se Deus sabe o futuro, então não há alternativa para o ser humano, pois o seu destino já está traçado. Logo não há livre-arbítrio.

Se não há livre-arbítrio, voltamos novamente ao Paradoxo de Epicuro/ Dilema do Mal.

Havia muito para dizer sobre o livre-arbítrio e as posições Deterministas, Indeterministas, Compatibilistas e Incompatibilistas que têm alimentado a filosofia Ocidental nestes últimos séculos, mas para isso deixo-vos aqui o link para se informarem melhor.

Para terminar gostaria só de acrescentar que Epicuro viveu antes de Cristo (341 a.c. – 270 a.c.) e desconhecia o Deus dos Judeus (do Velho Testamento), mas era comum naquela época serem atribuídos a Zeus as características de Omnipotente, Omnisciente e Bom. A partir daqui e de outros factos que divulgarei noutras postagens, poderemos ver que o Cristianismo foi influênciado por inúmeras religiões da Antiguidade.

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