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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Venham a eles as criancinhas

"Há relatos de violações e de agressões. De medo causado por uma disciplina severa. O relatório sobre o que se passou desde 1936 em instituições católicas irlandesas para acolhimento de crianças era esperado há muito tempo e está a deixar a Irlanda chocada. São 2500 páginas em que se conclui que mais de 2000 crianças sofreram abusos físicos e sexuais e que líderes da Igreja Católica sabiam o que estava a acontecer.

A Comissão de Inquérito sobre o Abuso de Crianças estava há nove anos a investigar as suspeitas em várias instituições de acolhimento de crianças na Irlanda e hoje divulgou as suas conclusões: Houve abusos físicos e emocionais, houve abusos sexuais em grande parte das instituições e sobretudo nas destinadas a rapazes. Houve um regime severo, disciplina opressiva, por vezes fome."

Os abusos sexuais perpetrados pelo clero da Igreja Católica parece que já se tornaram regra e não meras excepções. Quase tão grave como isso é o silêncio dos líderes do Vaticano em relação a estes inúmeros casos que têm sido revelados. O Papa é capaz de dizer idiotices do género "não usem o preservativo", mas para condenar depravações sexuais dos seus submissos mantém-se no mais absoluto silêncio.

A posição do Vaticano em relação a esta matéria vai continuar a ser a mesma de sempre, ou seja, esta:



Fonte: Público.pt

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domingo, 12 de abril de 2009

Chamem a ASAE oh oh oh!!!

É em alturas de Páscoa que a espécie conhecida por "padrecus" tem a estranha tendência de invadir as casas portuguesas e de cruz em riste apontam-na à boca dos crentes de forma a que a mesma seja beijada. Não são permitidos os beijos lascivos, basta somente um xôxo e "voilá" a cruz pode ficar infectada com mais de 600 micróbios que se transmitem oralmente. Nem sequer é preciso tirar nenhum curso de Medicina ou de Segurança e Higiene para perceber que este hábito é um meio de propagação de doenças. Ainda por cima, aliado a tudo isto, têm o hábito de pedir uma soma em dinheiro após o beijo na cruz. Onde é que terão ido buscar esta ideia!? A espécie "padrecus" faz com que a cruz se comporte, desta forma, como uma rapariga que monta uma barraca de beijos na feira em troca de alguns €€€. A espécie "padrecus" tem, assim, um modus operandi demasiado desprespeitoso para com Jesus Cristo.

Algo que eu não compreendo é como é que a ASAE na sua demanda pelas questões da saúde pública ainda não interveio neste assunto. É provável que o Espírito Santo se encarregue de fazer a estirilização da cruz no fim de cada beijo, nunca se sabe!! E na sequência disso será muito provável que a ASAE tenha estabelecido um protocolo com a Divina Providência no sentido de serem asseguradas as regras de higiene.

Caso assim seja, propunha que seja feito um abaixo-assinado, com a intenção de levar à discussão na Assembleia da República a afixação de uma cruz nos estabelecimentos de restauração e hotelaria para que sejam automaticamente sanadas quaisquer inconformidades nas questões de higiene. Não importaria se se fumasse nas cozinhas ou salas de restauração, não haveria problemas em cozinhar sem rede ou qualquer protecção nas cabeças, não resultaria em qualquer agravamento para a saúde pública cozinhar com as mãos sujas, o descuido com as datas de validade dos produtos alimentares já não constituiria qualquer gravidade, etc. Com apenas um pequeno "grande" investimento na cruz, o hoteleiro ou gerente de restauração pouparia imenso dinheiro, assegurando mais postos de trabalho, assim como a saúde pública.

Se é para beijar a cruz, ao menos que se beije a Penelope!!

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Igreja Católica e a questão do Preservativo

A região do Mundo mais atingida pela SIDA é a África Sub-Sahariana. O que disse Joseph Ratzinger em viagem para os Camarões e Angola?

«(…) a distribuição de preservativos não é a resposta adequada para se ajudar a África a combater a sida (…) insistiu em que o problema da seropositividade “não se pode resolver com a distribuição de preservativos”, pois que, “pelo contrário, isso só irá complicar a situação” (…) recomenda a abstinência sexual para se combater a propagação das infecções com HIV» [Público: citado in Portal Ateu]

"Sábios" conselhos de uma Igreja velha que já nada tem a dizer num mundo novo. Recomendar aos africanos a abstinência sexual como forma de evitar a Sida é qualquer coisa como dizer a um esfomeado para não comer um bom bife como forma de evitar um envenenamento.

A teimosia da Igreja Católica com a questão do preservativo é menos inocente do que aquilo que possa parecer. Como já foi referido acima, a África-Subsahariana é das regiões do mundo mais atingidas pelo fenómeno da Sida e, também, onde existem mais Católicos. Estas pessoas levam muito à letra o que o "Santo" Papa apregoa. E o resultado está à vista.

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sábado, 7 de março de 2009

Vergonha para a Igreja Católica no Brasil

"O cardeal Giovanni Battista Re,da Congregação para os Bispos, justificou este sábado a excomunhão da mãe de uma menina brasileira de 9 anos, que foi submetida a um aborto depois de ter sido violada pelo padrasto, afirmando que os gémeos que ela havia concebido "tinham o direito de viver".

Numa entrevista publicada neste sábado pelo jornal italiano La Stampa, Re - que também é presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina -, declarou: "é um caso triste, mas o verdadeiro problema é que os gémeos concebidos eram duas pessoas inocentes que também tinham o direito de viver, e não podiam ser suprimidos".

O arcebispo de Recife, José Cardoso Sobrinho, anunciou na quinta-feira a excomunhão da mãe da menina, que estava na 15ª semana de gestação de gémeos, concebidos durante uma violação praticada pelo padrasto da menina.

Além da mãe, os membros da equipa médica que realizou a cirurgia também foram excomungados.

"Devemos sempre proteger a vida, o ataque contra a Igreja brasileira é injustificável", estimou Re.

"A excomunhão para aqueles que praticaram o aborto é justa", já que a operação constitui "sempre a supressão de uma vida inocente", afirmou.

Na sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente o bispo de Recife pela decisão de excomungar a mãe da menina.

"Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja católica tenha um comportamento conservador como este", disse Lula."

Palavras para quê!?

Com bandidagem desta aquela pobre família (mãe e filha) não deveria estar ligada.

É natural que o padrasto que violou a menina não tenha sido excomungado, pois a Igreja Católica compreende muito bem os violadores de crianças. A Igreja tem muitos dignitários de Cristo que exercem esse tipo de actividades.

A minha solidariedade para a menina, mãe e médicos.

Fonte: Sapo/AFP

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A Igreja e o Casamento Homossexual

"A homossexualidade não é normal" disse o Cardeal D. José Saraiva Martins no decorrer da polémica discussão sobre o casamento entre homossexuais em Portugal. Isto, de facto, soa estranho vindo de um alto dignitário de uma classe eclesiástica que tem por hábito vestir saias e casar-se com Jesus Cristo. O que não é normal é a prática da abstinência sexual que os padrecos seguem toda a vida. Corrijo, queria dizer alguns padrecos, porque uma pequena parte deles (mesmo assim substancial) até nem segue a sagrada abstinência sexual, tendo em conta os não raros casos de pedofilia de que se ouve falar. A vida nos seminários também, pelo que tem sido divulgado nos media, não é propriamente uma vida pura...

As religiões com os seus dogmas acabam por estar desfazadas do tempo, não acompanhando as realidades sociais das sociedades em que estão inseridas. Isto acontece porque se baseiam em livros sagrados que talvez fizessem sentido há muitos séculos atrás, porém hoje em dia pouco sentido já fazem.

A religião Católica perdeu o debate sobre o aborto, neste momento está numa guerra a duas frentes - Casamento homossexual e Eutanásia. Embora o assunto Eutanásia já o tenha referido num post anterior, voltarei a ele mais tarde. O que gostava de perguntar aos caríssimos leitores é se acham que a Igreja Católica tem razão nos argumentos que apresenta em relação à condenação do "casamento homossexual"?

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Policarpo e a questão dos casamentos entre jovens portuguesas com muçulmanos

Estalou hoje o verniz entre a Igreja Católica portuguesa e a comunidade islâmica que vive em Portugal, devido às afirmações de D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, proferiu ontem na tertúlia 125 Minutos com Fátima Campos Ferreira, no auditório do Casino da Figueira da Foz. Que coisa tão vil e ignominiosa disse Policarpo? Disse apenas a verdade. Disse que, e passo a citar: «Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde acabam».

Todos sabemos que nas sociedades islâmicas os direitos das mulheres são assim... de certa forma... como é que hei-de-dizer isto!? NENHUNS.

Vejamos alguns factos.

Por exemplo, nos países ocidentais há leis contra a poligamia, mesmo assim, os muçulmanos aplicando as leis da Sharia podem contrariar essas leis e casarem-se com mais do que uma mulher, mesmo sem contar com as mulhers que têm nos países deles.

De acordo com o Islão um marido pode bater na mulher e filhos. Pode igualmente recusar-se a sustentar a sua mulher por inúmeras razões. Um pai pode bater num filho por este não rezar.

As mulheres não possuem as propriedades dos maridos, pelo contrário, elas são propriedades deles, da mesma forma que uma casa ou um carro. Uma mulher não pode gastar o dinheiro do marido nem permitir que alguém entre em casa sem a permissão do esposo.

Uma mulher só pode herdar uma pequena parte da riqueza do marido, o resto vai para os familiares dele, principalmente para os irmãos, tios e crianças. As crianças do sexo masculino recebem o dobro do que as do sexo feminino. Em termos legais basta que um homem diga à sua mulher que se quer divorciar, desde que o diga não duas, mas três vezes (há terceira, tanto cá como lá, é de vez). Posto isto, a mulher não terá direito nem a uma ínfima parte do património do marido nem à posse dos filhos.

A mulher acusada de adultério pode ser apedrejada até à morte em praça pública. É considerada adúltera, também, a mulher que foi violada. Dá para compreender tamanha absurdidade!!?

“A mulher dentro do sistema islâmico de casamento não tem quaisquer direitos humanos a não ser que consideremos que um escravo tem direitos dentro de um sistema esclavagista.” Escreveu o Dr. Nawal El Sa’dawi, que é muçulmano, no seu livro.

Outra coisa engraçada é que não é permitido a uma mulher muçulmana casar-se com um homem que não professe a mesma religião, mas quando a coisa toca ao homem muçulmano o caso já muda de figura. Eles já se podem casar com mulheres judias, cristãs, ou de outras religiões. Que conveniente para uma religião reconhecidamente machista!

O que Policarpo fez foi chamar os bois pelos nomes. “Mai nada!”. Ainda bem que não vivemos numa sociedade islâmica. Em Portugal vivemos, apesar de muita gente não o desejar, num Estado laico e secular. Na qual a influência da religião, mormente a da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), é diminuta. Se a ICAR voltasse a ter o poder que teve outrora, a vida da mulher estaria muito mais dificultada, tal como já aconteceu.

Fontes:
TSF
SpiritLed Woman
Muslim Hope

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O clero e os seus problemas de incontinência sexual I

Desde há alguns séculos que a vida sacerdotal (na Igreja Católica) implica castidade. Não são permitidos os casamentos de sacerdotes, porque o Vaticano não gostaria nada de lhes ver fugir a herança de um padreco para as mãos de uma viúva ou de um filho (Rodriguez, Pepe: Mentiras Fundamentais da Igreja Católica; 2001). Devido a intenções puramente materialistas e muito pouco espirituais, como esta, é que se têm cometido ao longo dos séculos crimes carnais que têm passado impunes à Justiça do Homem.

O problema da sexualidade desviante dos sacerdotes da Igreja já é histórico. Sob o pontificado de Leão e dos seus sucessores. no século IX, muitos mosteiros tornaram-se refúgios de homossexuais e conventos viraram bordéis onde bebés indesejados eram mortos e enterrados. O Concílio de Aix-la-Chapelle, reconheceu esse facto.

O Papa João XII chegou a ser acusado de cometer incesto com as suas irmãs, de converter o palácio oficial em serralho ou bordel, de deitar-se com a prostituta do seu pai, etc.

No pontificado de Papa Benedito VI muitas senhoras francesas, inglesas e espanholas que visitavam Roma foram seduzidas ou violentadas e ali permaneceram como cortesãs, indo muitas delas parar ao palácio do Papa para serem suas escravas sexuais. Este Papa foi descrito pelo Papa Silvestre II como um "horrível monstro" e o sínodo de Reims desacreditou-o como "um homem que em criminalidade superou o resto da humanidade".

O Cardeal Cossa mantinha uma residência em Bolonha que, segundo testemunhos, incluía "200 jovens, mulheres casadas e viúvas e muitas freiras".

O Papa Pio II, brincando, costumava chamar o cardeal Pietro Barbo de São Marcos - seu sucessor - de "devota Maria". Barbo, o futuro Paulo II, gostava de ver homens nus serem colocados no cavalete e supliciados. Este Papa era homossexual.

O Papa espanhol Alexandre VI (Rodrigo Bórgia) era conhecido pelas suas depravações sexuais. Era ainda do tempo em que os papas podiam ter filhos (ele reconheceu 3 deles). O casamento clerical já não era permitido porque havia sido proibido 4 séculos antes pelo Papa Gregório VII. Foi conhecido por cometer incesto com a sua filha Lucrécia Bórgia, ter diversas amantes, organizar bacanais papais, etc. (Cawthorne, Nigel - A Vida Sexual dos Papas - 1996)

Têm havido relatos ao longo de toda a História da humanidade de vários órfãos de pai, que são conhecidos por serem os filhos do padre da paróquia. De facto, os nuestros hermanos espanhóis até têm um ditado bastante cómico em relação a esse facto: "Los curas son las unicas personas a quienes todo el mundo llama padre, menos sus hijos, que los llaman tios" - Os padres são as únicas pessoas a quem toda a gente chama pai, menos os seus filhos, que lhes chamam tios - (Burguen, Stephen - A Língua Da Tua Mãe - 1998).

Só no Brasil, 2 mil dos cerca de 7 mil padres que abandonaram a vida sacerdotal para se casarem formaram um movimento nacional dos padres casados, os quais pretendem novamente voltar a celebrar missa, desde que o Vaticano os aceite na sua condição de homens de família. De facto, o casamento de sacerdotes poderá ajudar a mitigar alguns problemas sexuais dos padres, mas não os evitará, tal como a própria da Igreja Católica o demonstra.

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sábado, 30 de agosto de 2008

Escultura de Sapo Crucificado considerada blasfémia...!!!


Um museu italiano desafiou o papa Bento 16 e se recusou a remover uma escultura de arte contemporânea que mostra um sapo verde crucificado, segurando nas mãos uma caneca de cerveja e um ovo. O Vaticano considerou a peça uma blasfêmia.

A maioria dos membros do conselho do museu Museion, na cidade de Bolzano, decidiu que o sapo é uma obra de arte e continuará na exposição.

Chamada de "Zuerst die Fuesse" (primeiro os pés), o sapo usa um pano verde na área da cintura e está pregado pelas mãos e pelos pés como Jesus Cristo. Uma língua verde pende para fora de sua boca.

O trabalho do artista alemão Martin Kippenberger, morto em 1997, foi exposto na Tate Modern e na Galeria Saatchi, em Londres, e na Bienal de Veneza. Retrospectivas da obra do artista estão programadas para Los Angeles e Nova York.

Autoridades do museu localizado na região ao norte de Alto Ádige disseram que o artista considerava a peça uma ilustração do medo sentido pelos seres humanos.

O papa, que nasceu na Alemanha e recentemente passou suas férias em um lugar perto de Bolzano, obviamente não concorda.

Em nome do papa, o Vaticano escreveu uma carta de apoio a Franz Pahl, líder do governo daquela região e uma das vozes contrárias à escultura.

"Claramente, não se trata de uma obra de arte, mas de uma blasfêmia e de um degradante pedaço de lixo que deixou muitas pessoas indignadas", afirmou Pahl à Reuters, por telefone, enquanto a diretoria do museu realizava sua reunião.

Na carta, o Vaticano disse que a obra "fere os sentimentos religiosos de muitas pessoas que vêem na cruz o símbolo do amor divino".

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domingo, 3 de agosto de 2008

A Polémica da Hóstia nos EUA

Em 1298, devido a uma acusação de profanação da hóstia, toda a população judaica de Röttingen foi queimada. Os massacres dos judeus continuaram por toda a Alemanha e também na Áustria. De acordo com as estimativas, 100.000 pessoas foram assassinadas e cerca de 140 comunidades judaicas foram dizimadas, incluindo as comunidades de Wurzburgo, Ratisbona, Nuremberga, Augsburgo e Heilbronn. Este foi apenas um incidente entre muitos outros análogos…

A comunidade científica da blogosfera norte-americana, especialmente PZ Myers no Pharyngula, tem-se agitado nos últimos dias com as consequências do caso da hóstia. O caso, inicialmente com reminiscências medievais, foi despoletado por um estudante na Universidade Central da Flórida. Webster Cook participou numa missa no campus da universidade no dia 29 de Junho. Depois de receber a hóstia, Cook, que fora à missa com um amigo não católico, em vez de a consumir imediatamente decidiu mostrá-la ao amigo que continuava sentado e nunca vira uma. Ainda não tinha dado três passos, quando foi agarrado e uma senhora lhe tentou abrir a mão à força. O jovem não gostou da violência e intimidação física que se seguiu e resolveu levar a hóstia para casa e devolvê-la apenas depois de receber um pedido de desculpas da igreja pelo sucedido.

Caiu o Carmo e a Trindade na comunidade católica norte-americana com este «crime de ódio» como nunca se viu, o jovem foi repetidamente ameaçado de morte, recebeu uma quantidade assombrosa de «hate mail», mesmo depois de se ter assustado com as proporções que o incidente assumiu e ter devolvido a hóstia «raptada» (sem pedido de desculpas).

Bill Donohue, o presidente da Liga Católica, não se conformou com a devolução do «refém» e organizou imediatamente uma campanha nacional contra o estudante que tinha cometido um acto tão abominável exigindo consequências para o acto que incluem a sua expulsão da Universidade.

O incidente indignou PZ Myers que escreveu um post denunciando a inanidade da reacção católica em relação á profanação de uma «bolacha». O problema é que no final Myers, provavelmente sem saber que para um católico a hóstia é mesmo uma pessoa e a sua profanação é, como confirmou o presidente da Liga Católica, o acto mais vil e criminoso que existe, pediu para lhe enviarem pelo menos uma hóstia para ele profanar. Como consequência, para além das expectáveis ameaças de morte e afins, decorre neste momento uma campanha católica exigindo a demissão de Myers da Universidade. Para além disso, a segurança na Convenção Republicana que decorrerá em Twin Cities no Minnesota será reforçada - para garantir a segurança das hóstias, certamente.

Se uma bolacha sem sabor, que se cola ao céu da boca provoca todos estes absurdos, imaginem o que seria se fosse tão boa como umas Belgas de Chocolate.

Mais tarde falarei, num outro post, sobre este dogma incrivelmente absurdo mais conhecido por Transubstanciação.

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