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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Grandes Discursos - O Grande Ditador

Inauguramos hoje mais uma rúbrica, desta feita subordinada ao tema "Grandes Discursos". Comecemos por Charlie Chaplin no filme "O Grande Ditador".

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Já fui ver e gostei - Yes Man

Abrimos hoje aqui mais uma rubrica, desta feita dedicada aos nossos amigos cinéfilos.
Serão aqui colocadas críticas referentes a todos os tipos de filmes. O nosso leque de escolhas será o mais abrangente possível.

Jim Carrey regressa às comédias que lhe levaram à ribalta. Esta é uma espécie de comédia romântica baseada na obra literária do humorista britânico Danny Wallace. Este filme conta-nos as peripécias de Carl Allen (Jim Carrey), um homem resignado à sua existência e ao seu trabalho até ao dia em que um amigo o leva a um interessante seminário que tem como lema um principio simples, “ Dizer Sim a Tudo e Todos”. Tendo como base este lema, Carl começa a responder afirmativamente a todas as perguntas que lhe fazem, algo que começa a transformar radicalmente a sua vida e que o vai levar por caminhos completamente inesperados e impensáveis.

Este filme conta, também, com as interpretações de Zooey Deschanel,Danny Masterson e Bradley Cooper.

É, sem dúvida, uma excelente comédia, a qual aconselho aos nossos caros leitores.

Como diria Lauro Dermio: "Letss luk eta treila"

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Musical Mamma Mia estreou hoje em Portugal



Inspirado nas canções e no imaginário dos ABBA, o musical Mamma Mia estreou no nosso país.

Donna e a filha Sophie vivem numa quase paradisíaca ilha grega. Mas, para o cenário ficar completo, Sophie precisa encontrar o pai que nunca conheceu.
Prestes a casar-se, Sophie decide que chegou o momento de conhecer o seu verdadeiro pai, aquele que a vai levar ao altar.
O problema é que, segundo o diário que descobriu da sua mãe, existem 3 candidatos possíveis... Por isso, Sophie decide convidá-los a todos para o casamento!
O que vai acontecer a seguir é o que pode descobrir em Mamma Mia!

Entre praias de água bem azul, sol e muita diversão, as canções dos ABBA são também protagonistas desta história que conta com actores como Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgãrd.

Embarque na inesquecível festa de casamento de Mamma Mia!

Tal como os temas do famoso grupo sueco, que compõem a banda sonora, também o filme de Phyllida Lloyd se arrisca a ser um enorme sucesso. O CM teve a rara oportunidade de falar com Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus, membros dos Abba e produtores executivos do filme.

Amigos há mais de 30 anos, Benny e Bjorn (hoje com 62 e 61 anos, respectivamente) produziram perto de uma centena de canções. Mas ainda agora parecem irmãos gémeos na forma como comungam ideias e se completam.

A explicação para fazer um musical como ‘Mamma Mia’ justifica--se, no entender de Benny, por ser "algo que apenas acontece uma vez", mas também por: "Tínhamos controlo total sobre o filme", diz Bjorn.

NEM POR MIL MILHÕES

Apesar dos milhentos pedidos de todo o Mundo, os Abba recusam--se a voltar ao activo, nem que seja para uma digressão.

"Estamos muito orgulhosos do nosso trabalho e não queremos que seja estragado", esclarece Benny. "A razão pela qual não regressamos está no facto de não queremos ser uma cover band, a cantar versões dos nossos próprios temas", completa Bjorn.

Mesmo quando estão em jogo mil milhões de dólares? Benny sorri: "Na verdade, é muito dinheiro, mas também não nos faz falta, já somos muito ricos."

Bjorn, por seu lado, defende que um regresso dos Abba só se justificaria "se tivéssemos temas novos. Mas não temos. E seria sempre um período demasiado desgastante."

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terça-feira, 2 de setembro de 2008

I.O.U.S.A. - Uma Nação. Debaixo de stress. Em dívida

I.O.U.S.A. não é só mais um documentário, é o retrato fiel da crise económica americana. O mesmo conta a história dos “quatro défices” que abalam os EUA (como se já não bastasse o furacão Gustav). Os “quatro défices” ou os “quatro cavaleiros do Apocalipse” apontados no filme são: o orçamental, o da poupança, o da balança de pagamentos e o da liderança política.

A moral dos americanos já está abalada, para ajudar temos dois americanos que fazem uma verdadeira peregrinação pelos Estados Unidos anunciando aos cidadãos da pátria do Tio Sam o terramoto financeiro que ainda está para chegar, dando origem desta forma, ao referido documentário. Esta é uma viagem verdadeira e não ficção, tratando-se de uma “tournée” com o título “Fiscal Wake-up Tour”, realizada pela Concord Coalition, dirigida por Robert Bixby, e encabeçada por David Walker, também ele ex-"controlador" geral das contas públicas dos EUA, tendo se demitido em Março da liderança do Government Accountability Office do Congresso (GAO).

Este alarmante documentário de 85 minutos já foi seleccionado no Sundance Film Festival de 2008. Chegou às salas de cinema nos EUA a 21 de Agosto e depois haverá espaço para um debate público com Warren Buffet, com Pete Peterson, e com David Walker.

Para quem quiser mais informações visitem aqui o site oficial do documentário, entretanto, e como diria, Lauro Dermio, “Letz luke et da treila”:

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

WALL-E

WALL-E é o seu nome, e é também o título da nova animação digital da Pixar, realizada por Andrew Stanton, que já foi responsável pelo sucesso de À Procura de Nemo. WALL-E é a nona longa-metragem animada da Pixar consecutiva a atingir o primeiro lugar do top de receitas americano logo na estreia; e igualmente a terceira melhor estreia de sempre da companhia parceira da Walt Disney.

WALL-E destronou do primeiro lugar a comédia Get Smart, com Steve Carell, uma versão para cinema da velha série de televisão Olho Vivo, criada nos anos 60 por Mel Brooks, e que caiu para o terceiro lugar da tabela. Nem Angelina Jolie armada e muito perigosa no filme de acção Procurado, conseguiu bater WALL-E, ficando-se pela segunda posição.

A história do robôzinho que se movimenta num planeta Terra tornada inabitável pelo lixo e pela poluição data dos anos 90. A personagem de WALL-E é inspirada pela do vagabundo criada por Charlie Chaplin, apresentando-se, como o próprio Andrew Stanton revelou numa entrevista dada recentemente ao The New York Times, como "uma figura cruzada de Buster Keaton e do alienígena de E.T.-O Extraterrestre". Mas como WALL-E tem que ser visto sempre como uma máquina pelos espectadores, Stanton passou o tempo todo a dizer a si mesmo: "Estou a tentar fazer R2D2: O Filme".

O realizador (e também autor do argumento) até chegou a contratar o veterano sound designer Ben Burtt, que criou a "linguagem" de R2D2 na saga Guerra das Estrelas, para que desse personalidade e verosimilhança sonora ao robô da Pixar.

WALL-E, que custou 180 milhões de dólares (114 milhões de euros), é também um filme inovador em relação à produção da Pixar, por ser uma história "triste", que se passa numa paisagem pós-apocalíptica e tem como mensagem inserida na história do filme, algo que falamos actualmente, o Aquecimento Global e tudo o que engloba este fenómeno, como por exemplo a poluição, não se dirige lógica e directamente a um público mais novo, e não tem um elenco de animais ou brinquedos falantes.

A fita é, ainda e finalmente, uma história de amor "arrebatadora" entre robôs. Como pergunta Andrew Stanton: "Se acontece noutros filmes, porque não na animação?"

Muito bom filme, já vi com a minha filhota e recomendo vivamente...

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