Opinion Shakers Headline Animator

Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Oh Sócrates não me enganes com as notas dos exames!!

"Começou ontem época de exames nacionais, com teste de Português, considerado por todos muito fácil. Professores dizem que notas vão subir e, com elas, resultados escolares vão-se aproximar das médias europeias. Estratégia que, dizem, tem vindo a ser seguida pelo Ministério. Em ano eleitoral, alunos salientam necessidade de melhorar as estatísticas."

E isto tudo reflecte o que tem sido a política seguida por este Governo, ou seja, governar para os números somente para "inglês ver". Neste caso para o resto dos europeus verem.

As notas escolares "inflacionadas" desta maneira têm praticamente a mesma utilidade que as notas da nossa carteira têm quando a inflação (no sistema monetário) é bastante acentuada, ou seja não servem de grande coisa. Os alunos saem da Escola para o mercado de trabalho e dificilmente encontrarão emprego. Esta inflação serve apenas para enganar os restantes europeus e para enganar os alunos, mas ainda há muita gente que não cai nessa...

Fonte: Exame online

Leia Mais...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Um pouco mais de Medina Carreira

Leia Mais...

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Alvin e Heidi Toffler analisam sistema actual de Ensino Público

Alvin e Heidi Toffler são dois dos ensaístas mais respeitados do mundo. Em conferência de imprensa, que deram no ano transacto em Portugal, explicaram que o sistema de ensino actual está obsoleto.

Em baixo, um pequeno vídeo sobre as suas posições no que concerne ao tema.

Leia Mais...

sábado, 29 de novembro de 2008

O verdadeiro problema da Educação

Muito se tem falado nestas últimas semanas sobre a Educação e do conflito entre professores e Governo. Como o tema já começa a cansar de ouvir - isto porque muito se fala, mas poucos acertam - deixo aqui à consideração dos nossos leitores uma perspectiva sobre o tema de Medina Carreira, da qual eu próprio subscrevo, e que muito pouca gente da praça pública tem na realidade focado. O problema é bem maior do que guerrlhas quanto a critérios de avaliação entre professores e ministra da educação / Governo de Sócrates. E quando, em vez de se procurar "ver o todo" optar-se por apenas incidir o focus mediático naquilo que é apenas uma pequena parte do problema, não há política de Educação nenhuma que possa ter sucesso. Aliás, diria mais, eis-nos chegados à "Era da mercantilização educacional", onde o combate ás estatísticas negativas é feito a qualquer preço, nem que para tal seja preciso baixar a fasquia ao nível da exigência dos conhecimentos adquiridos.

Aqui fica um excerto duma entrevista de Medina Carreira á SIC Notícias e ao jornalista Ricardo Costa.

"No que respeita à Educação há muita gente equivocada, porque o esforço financeiro de Portugal é, em termos relativos, dos mais elevados da União Europeia/15.

Em 2001 registámos 5,9% do PIB, ficando acima de nós apenas a Dinamarca (8,5%), a Suécia (7,3%), a Finlândia (6,2%) e a Bélgica (6,1%).
Outros consagram à Educação uma fracção do PIB ainda mais baixa que nós: a Áustria, a Alemanha, a França, a Itália, o Luxemburgo e o Reino Unido. E com melhores resultados.

O nosso problema, quanto à Educação, é pouco financeiro e muito político. Deve ter-se presente, desde logo, que o Estado sustenta um sistema de instrução em que mais de metade dos alunos não frequenta a escola para trabalhar e para aprender: ela é apenas o lugar em que as famílias "depositam" os filhos para efeitos de guarda mais segura.


Acresce que a indisciplina nas aulas é regra e nenhum professor, por melhor que seja, pode ensinar nas condições agora vigentes na maioria das escolas. Que os programas são extensos, irrealistas e inadequados. Que os manuais são, demasiadas vezes, instrumentos de muito baixa qualidade. Que a ausência de exames nacionais mais frequentes e mais rigorosos permite que se permaneça na escola longo tempo sem aprender e sem trabalhar. Que os professores não prestam contas da sua competência técnica para ingressar no ensino. Que a direcção colegial é irresponsabilizante e projecta para as funções de gestão os que vão satisfazer mais interesses dos docentes e menos dos alunos.

Nada disto é objecto de debate sério e de reformas consequentes.
Sem debater problemas como estes, o dinheiro gasto com a Educação , em grande parte, um mero desperdício. Na Educação reflecte-se afinal, um perigoso vício de toda a nossa política: os governos são aplaudidos se e na medida em que canalizam mais dinheiro para certos sectores. A "paixão" de Guterres pela Educação limitava-se a atingir 6% do PIB! Já estamos nos 5,9%, com os resultados desastrosos conhecidos. Não se pergunta por aqueles, não se presta contas e, como todos têm mandatos curtos, desaparecem irresponsavelmente do palco político.

Mudam os governos e a Educação não regista progressos qualitativos, com consequências negativas que se arrastarão durante muitos e muitos anos.
Enquanto não houver uma mudança radical neste domínio, iremos ficando mais atrás na cauda da Europa: a escola terá de ser, como usualmente era, um lugar em que se ensina, se trabalha e se aprende. Agora e como está, serve muito pouco e mal. A obsessão é a quantidade, a estatística. A qualidade e o mérito não importam".

Este é verdadeiramente o grande problema da Educação, na minha opinião!

Leia Mais...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A propósito de Ensino ( e do que isso implica)....

Na sequência do post do meu amigo Hélder, aqui fica um vídeo desse grande nome da " comédia crítica" recentemente desaparecido George Carlin, que não faz mais do que resumir o modo como funciona a política de ensino dos Governos bem como diversos mecanismos da sociedade! Encaixa que nem uma luva na realidade cá do sítio!

Leia Mais...

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Cogito Ergo Sumo-me Daqui

Começa assim a exposição da SEDES.

"Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.

Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino."

A corrupção graça na praça pública. O truque para não ser apanhado pela (in)Justiça Portuguesa é ser-se poderoso (seja em termos económicos, seja em termos de influências). Vejam os Valentins Loureiros, os Avelinos Ferreira Torres, as Fátimas Felgueiras, os Pintos das Costas. Poderia continuar ad infinitum. Parece que agora, devido ao novo Código Penal, vão ser arquivadas 4 centenas de processos de corrupção, ora não fosse para estas coisinhas que elaboraram aquele polémico documento.

O alastramento de crime e a falta de segurança. Enquanto os membros do Governo e o Presidente da República Portuguesa (que até se dá ao luxo de proibir a circulação de aviões no espaço aéreo na sua praia favorita no Algarve) andam com um batalhão de guarda-costas atrás, os portugueses sofrem continuamente com o aumento do crime.

A (in)Justiça portuguesa é patética de mais para um país que se quer afirmar do primeiro mundo. O Marinho Pinto já fez um diagnóstico da doença de que a nossa (in)Justiça padece, mas recusa-se a dizer quais os nomes dos "Vírus".

A Saúde em Portugal apesar de ter sido considerada 12ª melhor, num conjunto de 191 países segundo a Organização Mundial de Saúde, despromoveu Portugal para o a 38º posto depois de ter verificado falhas na organização, espera e comodidade (o que mais próximo da realidade).

A Educação entrou pela via do facilitismo a toda a prova para os alunos e para o "dificultismo" em relação à carreira do docente. Com alunos que não sabem que é preciso esforçar-se e trabalhar muito para obter bons resultados e que não têm respeito nenhum pelos professores, pergunto: "O que irá ser destes miúdos quando chegarem ao mercado de trabalho?".

A crise económica a agravar-se cada vez mais, o fosso entre ricos e pobres está cada vez maior, a inflação é um peso enorme, o desemprego vai-se alastrando, por isso digo: "Irra, que é demais! Vou-me pirar daqui enquanto é tempo!!"

Leia Mais...