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segunda-feira, 16 de março de 2009

Camarada Obama???


Segundo elementos do Partido Republicano nos EUA, Barack Obama estará a implementar o "Socialismo" - na sua vertente mais Leninista - na terra dos sonhos e da liberdade.

Segundo notícia da Revista brasileira Veja:

"Eminências da direita mais empedernida da política americana deram para denunciar que as medidas tomadas por Obama para combater a crise estão colocando os Estados Unidos na rota do socialismo. O senador republicano Jim DeMint, da Carolina do Sul, diz que Obama é "o melhor propagandista do socialismo". O ex-quase-presidenciável Mike Huckabee, que perdeu a disputa pela candidatura para o senador John McCain, disse que Obama está criando "repúblicas socialistas" no país, e completou: "Lênin e Stálin iam amar isso aqui".

O assunto virou capa de revista e está nos parachoques dos carros na forma de adesivos que saúdam o presidente como "camarada Obama" e o país como "União dos Estados Socialistas da América". Os trombeteiros do "socialismo americano" começaram a se agitar porque, para domar a crise, o governo americano está drenando oceanos de dinheiro público na economia, despertando o perigo do gigantismo estatal.

A uma única seguradora, a AIG, já deu 180 bilhões de dólares. Só para os dois maiores bancos, Bank of America e Citigroup, entregou 100 bilhões. Às duas maiores indústrias automobilísticas, GM e Chrysler, foram 17 bilhões e talvez despache mais 22 bilhões. O mais pedestre raciocínio ideológico concluiu que, se a Casa Branca está se metendo em diversos setores da economia, o socialismo chegou à América. Ou, se ainda não chegou, está a caminho.

A coisa piorou quando Obama entregou ao Congresso sua proposta de Orçamento para o ano fiscal de 2010. Com 10 000 páginas e 3,6 trilhões de dólares, a proposta é ousada e promete uma guinada radical em boa parte das políticas públicas que os Estados Unidos vêm adotando nos últimos trinta anos. Obama propõe universalizar o sistema de saúde, incorporando os 40 milhões de americanos que hoje não têm qualquer tipo de assistência."

Na minha opinião, a direita norte-americana (Republicanos) na falta de melhores argumentos, e desprovida da eficiência das suas "armas" tradicionais (basta ver no que é que o Neoliberalismo deu) está a tentar recriar a imagem do "bicho papão comunista" que imperou na antiga URSS no século transacto.

Independentemente daquilo que o governo de Obama possa fazer, seja através das injecções brutais de capital na economia; seja o alargamento da rede de protecção social aos mais desfavorecidos; seja a criação de um sistema de saúde mais humano e menos privatizado e por conseguinte menos dependente das seguradoras; seja a tão anormal estatetização da banca americana, os EUA jamais se transformaram numa República Socialista à boa maneira dos sovietes.

A este tipo de afirmações, não poderia estar mais de acordo com a designação encontrada pelo jornalista da Veja: "os corneteiros da provocação ideológica". Belíssima designação registe-se!

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Resumidamente, será assim:


O "Diário Económico", notícia hoje como será a estratégia da administração Obama para, no imediato, estabilizar o sector financeiro norte-americano.

Resumidamente, será assim:

O novo plano do Tesouro norte-americano para salvar os bancos do país tem quatro pontos fundamentais:

  • 1. Ajuda aos bancos

Para estabilizar o sistema financeiro e recuperar a confiança nos mercados, os reguladores vão definir critérios comuns para ajudar a limpar os balanços dos bancos e fortalecer os seus rácios de capital.

Os reguladores também vão, pela primeira vez na história, fazer simulações de risco para garantir que os maiores bancos do país conseguem sobreviver em caso de agravamento da recessão.

O plano prevê ainda novas injecções de liquidez nos bancos que precisem de capital para continuarem a emprestar dinheiro às famílias e às empresas, desde que estes consigam atrair capital privado.

  • 2. Mercado de crédito

Para estimular os empréstimos a consumidores e empresas, o Tesouro e a Reserva Federal (Fed) estão a criar uma nova linha de crédito de até um bilião de dólares. O objectivo é fazer descer os juros dos empréstimos para os clientes responsáveis e dinamizar o mercado de crédito.

  • 3. "Activos tóxicos"

Para voltar a pôr o sistema financeiro a funcionar, o Tesouro e a Fed também vão criar um Fundo de Investimento Público-Privado que irá disponibilizar capital a investidores privados para comprarem "activos tóxicos" dos bancos.

Isto permitirá às instituições financeiras limpar os seus balanços contabilísticos, ao mesmo tempo que possibilita aos investidores privados definir preços para activos que anteriormente não valiam nada.

  • 4. Mercado imobiliário

Para conter a crise do sector imobiliário e permitir que as pessoas mantenham as suas casas, o Tesouro, em conjunto com a Fed, vai criar uma bolsa de 50 mil milhões de dólares. Esta quantia será usada para descer as prestações mensais pagas pelos norte-americanos. Fed e Tesouro também vão definir novas regras para os empréstimos.

O Plano de Estabilidade Financeira de Obama vai exigir ainda que todas as instituições que recebam ajudas federais participem nos planos do Governo contra a crise do sector imobiliário.

O mesmo documento sublinha que ter acesso aos recursos do Governo é um privilégio, não é um direito, e acarreta novas condições e responsabilidades.

fonte:Diário Económico

Tendo em consideração que Obama está há pouco mais de 2 semanas em exercício, é de louvar a rapidez com que começa a atacar a Crise, não se esquecendo daqueles que mais necessitam de ajuda no momento (as famílias norte-americanas e as PME's).
O exemplo começa a ser dado, vamos ver como respondem os Europeus. Certamente não será a nacionalizar bancos que são autênticos "buracos negros"!

Obama promete marcar pela positiva a História contemporânea, ficaremos atentos!

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

I Have a Dream

Yes we can é o lema do 44.º Presidente dos EUA que hoje tomou posse, de seu nome Barack Obama, que já entrou para a história dos EUA ao ser o 1.º Presidente negro dos EUA.

Ao falarmos em história, nunca nos podemos esquecer, dentro da mesma linha política, e com muitos ideais idênticos à figura mítica de Luther King e à sua célebre frase I have a dream (Eu tenho um Sonho). Posso dizer que ao início estava mais inclinado para os ideais que defendia a Hillary Clinton, mas após conhecer mais profundamente o que defendia Obama, e a sua visão para a América e a sua visão do mundo, fiquei fã de Obama, e hoje, tal como ele, e os milhões de pessoas que nos EUA, em Portugal e pelo mundo inteiro, tem a esperança em Barack Obama e com ele dizemos Yes we can e ao mesmo tempo também gritamos I have a dream, pois eu também tenho o sonho de ver um mundo melhor, mais solidário, mais unitário em ideais e objectivos, que sejam a vivência em harmonia, em paz, onde a política seja sim um veículo para para nos levar à resolução dos problemas das pessoas. Que tenhamos em atenção o Aquecimento Global e não se olhe para somente para os défices, as recessões, pois, na minha opinião pessoal, a dita crise que hoje se apregoa, é fruto da brincadeira de Bush e muitos Bushs espalhados pelo mundo que só vêm enchimento das suas contas bancárias e do seu património, usando tudo e todos, colocando mesmo em perigo a paz mundial, que cada vez mais esbarra na burrice dos homens e mulheres que lideram os destinos do mundo, comandados pelo poder económico, pela dependência do produtos petrolíferos, onde todos sabemos a solução, mas, só alguns, muito poucos, infelizmente, querem ou tentam mudar o rumo da situação. Eu acho que, pelo menos, nem que seja pela onda de optimismo e motivação que a chegada de Barack Obama à Casa Branca já gerou e tudo o que de bom isso motivou, já é benéfica a sua eleição. Mas isso não chega. Queremos que Obama cumpra em parte aquilo que prometeu aos EUA e por consequência ao mundo, pois infelizmente, na minha opinião, cada vez que os EUA espirram, o Mundo fica constipado e às vezes com gripe e por vezes tem que ser internado, que é o estado que estamos agora, não é nenhuma crise, mas sim uma grande gripe que internou a Europa e o Mundo, para que fiquem atordoados enquanto que os EUA se refazem dos erros "burróides" de um tal Sr. Bush que achou que teria capacidade para ser Presidente dos EUA e veja-se só as "burrices" que ele fez.
Por tudo isto e por o que Barack Obama representa eu junto a minha voz à de Obama e digo "Yes We Can" porque "I have a dream" (Eu também tenho um sonho)

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Tomada de posse de Barack Obama

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

O melhor e o pior de 2008

A selecção que passo enunciar abaixo reflecte somente a minha opinião e não a do conjunto dos Opinion Shakers.

O ano que agora finda foi tão abundante em acontecimentos maus que tive muita dificuldade em escolher só um. Não me recordo de um ano tão mau nem mesmo pessoas mais velhas do que eu.

Internacionalmente:

Positivo

A eleição de Barack Obama como Presidente dos Estados Unidos foi algo de positivo no sentido de mostrar ao poder instituido que é preciso uma mudança. Espero que a positividade da eleição de Obama não se fique só por aí e que ele aja de acordo com as expectativas que toda a gente está depositando nele. Acho que os media já estão a abusar e a tratar Obama como se uma figura do showbizz se tratasse.

Negativo

A crise financeira internacional, que teve origem na grande especulação financeira. O grande capital continua a poder movimentar-se sem praticamente qualquer tipo de regra, fruto do neo-liberalismo adoptado pela maioria dos governos. Este cenário internacional é uma espécie de rede de pesca em que só o peixe miúdo é que é capturado, o peixe graúdo safa-se quase sempre.


Em Portugal:

Positivo

Não, não é o Magalhães. É sim, a nova lei anti-tabaco que passou a entrar em vigor a partir do início deste ano que agora termina.





Negativo

Como já referi a crise financeira internacional, lá acima, não a irei referir aqui novamente. O que se passou de negativo no annus horribilis que agora termina e em todos os anos anteriores é a eterna e total incapacidade da classe política para tomar medidas eficientes de combate à crise. Se a classe política está cada vez mais mal vista, a culpa é dela própria. Têm sido inúmeros os casos de corrupção política. Política, grande poder financeiro e futebol são uma mistura explosiva cujos estilhaços atinjem a grande maioria dos portugueses, mesmo aqueles que sentindo a crise vão de férias para as Caraíbas neste final de ano.

E quanto aos caros leitores? O que foi para vocês o melhor e o pior de 2008?

Gostaria de desejar aos nossos leitores os votos de um excelente ano de 2009. Mesmo que a entrada em 2009 signifique, logo à partida, mais aumentos.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Obama dará prioridade à Economia


Barack Obama, o presidente eleito dos EUA, deu a primeira conferência de imprensa desde as eleições de 4 de Novembro, em Chicago. A economia esteve no centro do seu discurso. «A crise requer uma acção global», disse o antigo senador do Illinois, que deixou ainda alguns avisos ao Irão.

«Imediatamente depois de assumir a presidência irei confrontar esta crise económica de frente», disse Obama, frisando que, para já, é George W. Bush que está na Casa Branca e que, por isso, não há muito que possa fazer neste momento.

Depois de ter sido eleito a 4 de Novembro, Barack Obama só tomará posse a 20 de Janeiro de 2009. Depois dessa data, garantiu, tomará as medidas adicionais necessárias para fazer frente à crise, para além daquelas que já foram tomadas até agora.

«Estamos a enfrentar o maior desafio económico das nossas vidas e vamos actuar rapidamente para resolvê-lo», disse, precisando: «As nossas prioridades vão ser a redução de impostos às famílias com mais dificuldades e o aumento da produção norte-americana».

Antes desta conferência de imprensa, Obama e o seu «número dois», Joe Biden, estiveram reunidos com um concelho de 17 conselheiros económicos. Esta sexta-feira, os dados revelados sobre o desemprego em Outubro (6,5 por cento) revelaram-se os mais altos desde 1994, mais quatro décimas do que em Setembro.

Avisos ao Irão

Durante a conferência de imprensa, Barack Obama abordou ainda o dossier do Irão, cujo programa nuclear tem gerado tensões entre Teerão e a comunidade internacional. O presidente eleito dos EUA deixou um aviso: «O desenvolvimento de armamento nuclear por parte do Irão, considero-o inaceitável».

Obama advertiu ainda que «o apoio de organizações terroristas, por parte do Irão, é algo que tem de terminar». Revelou também que irá responder à carta que recebeu do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, felicitando-o pela sua eleição, mas que a aproximação de Teerão é um tema que terá de ser pensado.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Hussein Obama eleito como 44º Presidente dos EUA

O assunto de hoje, como não poderia deixar de ser, é a eleição do novo Presidente democrata Barack Hussein Obama (é curioso o segundo nome dele). O objectivo deste post não é deter-me em considerações sobre o programa eleitoral e sobre a pessoa de Obama. Gostaria, sim, de reflectir um pouco sobre a importância que as cadeias internacionais de televisão dedicaram às eleições norte-americanas.

No presente momento encontro-me no Canadá. Tenho acesso via satélite à maioria dos canais televisivos da maioria dos países do continente americano (ou nos continentes norte-americano e sul-americano, visto que não há consenso nisto). Nos meus momentos de zapping tenho notado, de há alguns meses até à data, que grande parte do espaço noticioso em todos estes países é dedicado às eleições norte-americanas (penso que em Portugal há-de ser igual, pelo que me é dado a entender através da RTP Internacional). A maioria destes canais televisivos, favoráveis a Obama, optam todas pelo mesmo formato: actualidades da campanha; entrevistas no exterior perguntando às pessoas (vox populi) sobre qual o seu candidato favorito; entrevistas a emigrantes vivendo nos EUA; pequenas considerações sobre o programa eleitoral de cada um dos candidatos; debates sobre a campanha; opiniões dos principais opinion makers sobre as eleições; biografias sobre a vida de um e do outro candidato, etc. Isto não parece nada de novo, porque os formatos noticiosos tanto aqui na América como na Europa são bastante homogéneos (não me pronuncio sobre os restantes continentes porque não sei, mas não deve ser muito diferente).

Outra das características presentes nestes globalizados formatos noticiosos é a de repetirem ad eternum as mesmas notícias (no caso de se revestirem de alguma polémica, catástrofe ou escândalo).

A importância das eleições norte-americanas para o mundo globalizado é tremenda, quer queiramos ou não. São quase tão ou mais importantes como as eleições em cada um dos países deste nosso esbatido ponto azul (aplicando as palavras de Carl Sagan quando se referia ao nosso Planeta Terra). Alguém ouviu falar nas eleições Canadianas por aí? Só talvez os mais atentos devem ter escutado/ visto algo sobre as eleições legislativas que ocorreram aqui no passado dia 14 de Outubro, nas quais foi reeleito o primeiro-ministro conservador Stephen Harper. O mais cómico é que a campanha aqui mal se notou também, tendo sido dado muito mais relevo às presidenciais nos EUA. Mesmo tentando conversar com os canadianos sobre as eleições aqui no Canadá, era impossível prosseguir conversa sem que o assunto não esbarrasse nas eleições norte-americanas.

Vejo, ainda, com bastante cepticismo a tão apregoada "Change" por parte de Obama. Os lobbys nos EUA são muito fortes, principalmente os que dizem respeito ao armamento/ indústria militar, à banca, às grandes multinacionais, entre outros. Fazer melhor trabalho do que Bush vai ser bastante fácil (penso que até a palhaça Tété faria melhor), o que Obama não se livra é da pressão que todo mundo coloca nele, as expectativas são bastante altas. É certo que, de entre os dois principais candidatos, Obama é a melhor escolha, enquanto Mccain constituiria mais do mesmo. E não podemos continuar com o mesmo.

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domingo, 12 de outubro de 2008

Fidel considera "puro milagre" Obama estar vivo

"O que abunda em McCain são os anos", ironizou Castro, acrescentando que a sua companheira de lista, Sarah Palin, "não sabe nada de nada"


Ex-líder cubano lembra Martin Luther King

"Nos Estados Unidos existe um profundo racismo", diz Fidel, que faz questão de frisar que o democrata "ultrapassa em inteligência e serenidade" o rival republicano John McCain.

O ex-líder cubano Fidel Castro assinalou no sábado uma nítida preferência pela candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, considerando que o candidato democrata ultrapassa em inteligência o seu rival republicano, John McCain.

Castro declarou também que foi "puro milagre" que Obama não tenha sido assassinado como Martin Luther King.

"Nos Estados Unidos existe um profundo racismo e o pensamento de milhões de brancos não consegue reconciliar-se com a ideia de que uma pessoa negra, com mulher e filhos, ocupe a Casa Branca, que se chama assim: 'Branca'", escreveu Fidel na sua última "Refexão" publica no "site" oficial na Internet cubadebate.cu.

"É um puro milagre que o candidato democrata não tenha encontrado a sorte de Martin Luther King, Malcom X e de outros que acalentaram sonhos de igualdade e de justiça ao longos das últimas décadas", acrescentou, referindo aos dois líderes negros assassinados nos anos 60.

Recordando às "más notas" do republicano McCain na Escola Militar de West Point e a sua confissão de falta de conhecimentos em questões económicas, Castro sublinhou que o adversário democrata "ultrapassa-o em inteligência e serenidade".

"O que abunda em McCain são os anos", ironizou Castro, acrescentando que a sua companheira de lista, Sarah Palin, "não sabe nada de nada".

Obama declarou-se favorável a uma abertura a Cuba, submetida desde 1962 a um embargo norte-americano, enquanto McCain se pronunciou pela manutenção da linha dura seguida pela administração de George W. Bush.

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