segunda-feira, 27 de abril de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Nazismo Islamita
Enquanto que aquele tipo execrável de bigodinho ridículo enaltecia a supremacia da raça ariana, esta gente defende uma "suposta" hegemonia dos islamitas, os que não pertencem a a esta religião da intolerância podem morrer todos. Assim ululam eles.
Estamos a ver o crescimento deste ódio generalizado, por parte dos muçulmanos, tal qual Hitler antes de ascender ao poder com a sua guarda pretoriana (vulgo SA), provocando desacatos e afirmando a superioridade da raça ariana.
Entretanto, dentro das fronteiras Europeias, o medo vai-se instalando e até os Holandeses já promulgaram uma lei anti-blasfémia rabiscada propositadamente com o intuito de não ofender os sempre ofendidos islamitas. Mas eles continuam ofendendo...
domingo, 25 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Policarpo e a questão dos casamentos entre jovens portuguesas com muçulmanos
Estalou hoje o verniz entre a Igreja Católica portuguesa e a comunidade islâmica que vive em Portugal, devido às afirmações de D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, proferiu ontem na tertúlia 125 Minutos com Fátima Campos Ferreira, no auditório do Casino da Figueira da Foz. Que coisa tão vil e ignominiosa disse Policarpo? Disse apenas a verdade. Disse que, e passo a citar: «Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde acabam».
Todos sabemos que nas sociedades islâmicas os direitos das mulheres são assim... de certa forma... como é que hei-de-dizer isto!? NENHUNS.
Vejamos alguns factos.
Por exemplo, nos países ocidentais há leis contra a poligamia, mesmo assim, os muçulmanos aplicando as leis da Sharia podem contrariar essas leis e casarem-se com mais do que uma mulher, mesmo sem contar com as mulhers que têm nos países deles.
De acordo com o Islão um marido pode bater na mulher e filhos. Pode igualmente recusar-se a sustentar a sua mulher por inúmeras razões. Um pai pode bater num filho por este não rezar.
As mulheres não possuem as propriedades dos maridos, pelo contrário, elas são propriedades deles, da mesma forma que uma casa ou um carro. Uma mulher não pode gastar o dinheiro do marido nem permitir que alguém entre em casa sem a permissão do esposo.
Uma mulher só pode herdar uma pequena parte da riqueza do marido, o resto vai para os familiares dele, principalmente para os irmãos, tios e crianças. As crianças do sexo masculino recebem o dobro do que as do sexo feminino. Em termos legais basta que um homem diga à sua mulher que se quer divorciar, desde que o diga não duas, mas três vezes (há terceira, tanto cá como lá, é de vez). Posto isto, a mulher não terá direito nem a uma ínfima parte do património do marido nem à posse dos filhos.
A mulher acusada de adultério pode ser apedrejada até à morte em praça pública. É considerada adúltera, também, a mulher que foi violada. Dá para compreender tamanha absurdidade!!?
“A mulher dentro do sistema islâmico de casamento não tem quaisquer direitos humanos a não ser que consideremos que um escravo tem direitos dentro de um sistema esclavagista.” Escreveu o Dr. Nawal El Sa’dawi, que é muçulmano, no seu livro.
Outra coisa engraçada é que não é permitido a uma mulher muçulmana casar-se com um homem que não professe a mesma religião, mas quando a coisa toca ao homem muçulmano o caso já muda de figura. Eles já se podem casar com mulheres judias, cristãs, ou de outras religiões. Que conveniente para uma religião reconhecidamente machista!
O que Policarpo fez foi chamar os bois pelos nomes. “Mai nada!”. Ainda bem que não vivemos numa sociedade islâmica. Em Portugal vivemos, apesar de muita gente não o desejar, num Estado laico e secular. Na qual a influência da religião, mormente a da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), é diminuta. Se a ICAR voltasse a ter o poder que teve outrora, a vida da mulher estaria muito mais dificultada, tal como já aconteceu.
Fontes:
TSF
SpiritLed Woman
Muslim Hope
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Michael Jackson e o Islão
O outrora rei da pop, de seu nome Michael Jackson, mudou o seu nome para Mikaeel. O seu novo nome tem origem num dos anjos de Alá. Porque é que isto aconteceu? Embora tenha sido criado como uma Testemunha de Jeová, Michael Jackson converteu-se recentemente ao Islamismo na casa de um amigo seu. Depois do Cat Stevens o mentalmente instável Michael Jackson vira-se para uma das religiões mais intolerantes e absurdas da actualidade. Quem virá a seguir? Será o Glen Benton dos Deicide!?
Já estou a imaginar o Michael Jackson a fazer o seu célebre passo Moon Walk seguido de uma genuflexão terminando com uma reza para Meca.
Fonte: Telegraph
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Mulherzinha-bomba quer tornar-se mártir por Alá
Grupos militantes na Faixa de Gaza estão se armando e se preparando para uma possível retomada da violência, segundo evidências obtidas pela BBC.
Apesar do cessar fogo em vigor no momento, o correspondente da, BBC no Oriente Médio, Paul Wood, visitou um programa de treino para homens e mulheres-bomba que está sendo oferecido pela organização militante da Jihad Islâmica.
O alá (inicial minúscula de propósito) deve estar a precisar de reabastecer o stock de virgens. Será que na lavagem de cérebro que fazem às mulheres-bomba, lhes convecem que terão direito a 70 gajos virgens à espera no paraíso já de cuequinha em baixo? Deve ser um gang-bang do caraças!
Wood conversou com uma palestiniana de 18 anos que atende pelo pseudónimo de Oum Anas. Ela está recebendo treino num lugar secreto no norte da Faixa de Gaza.
Só espero que esta gaja tenha um acidente de trabalho antes de realizar o projecto final.
Segundo o correspondente, Anas, recém-casada, falou com firmeza e clareza a respeito da decisão de se tornar uma mulher-bomba - ou mártir, termo usado pelos militantes.
- "Decidi tornar-me uma mártir porque esse é o sonho de todo o menino e menina palestiniano", disse Anas. "Tomei a minha decisão há um ano".
O sonho de vir a ser um(a) médico(a), advogado(a), modelo, cantor(a) ou actor/ actriz de cinema fica destinado só para os infiéis de Alá.
- "Nós vemos a forma como os palestinianos vivem, vemos o que a ocupação (por Israel) está fazendo connosco. Eles matam as nossas crianças, as nossas mulheres idosas, eles jogam bombas nas nossas mesquitas mesmo quando estamos dentro, rezando", prosseguiu a fundamentalista.
Pois esses israelitas não são santinhos nenhuns, basta ir ver à Bíblia.
Wood comentou que Anas havia se casado há pouco tempo e perguntou o que o seu marido pensava da sua decisão de se tornar uma mulher-bomba.
- "Quando o meu marido se casou comigo ele sabia o meu modo de pensar. Ele sabe exactamente quem eu sou e decidiu casar-se comigo baseado nisso. O casamento não representa um obstáculo de maneira alguma".
É capaz de se ter casado por causa do seguro de vida.
- "Isto (a minha decisão) é uma inspiração que vem de Deus e você está certo do que está fazendo, escolheu o seu caminho e não se arrepende".
Este é que é o deus do amor... à dinamite.
Quanto ao tipo de alvo que estaria preparada para atingir, Anas não faz distinções entre civis e militares, mulheres e crianças.
- "(Eu mataria) soldados israelitas e civis também, porque ambos tomaram a nossa terra", disse.
- "Crianças são civis mas crescem e tornam-se soldados. São todos iguais, todos foram educados para nos odiar".
Porque será!!??... Ahhh, já sei! Deve ser por causa de vocês usarem uns cintos estranhos.
Para o correspondente da BBC, a motivação por trás da decisão de Anas é religiosa e não nacionalista.
Durante muito tempo, a lei islâmica proibia que mulheres fossem usadas em operações militares, mas a lei foi alterada por clérigos islâmicos em Gaza há alguns anos.
Isto deve ser o começo da emancipação da mulher no mundo islâmico.













