Opinion Shakers Headline Animator

Mostrando postagens com marcador Eleições Americanas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições Americanas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Tomada de posse de Barack Obama

Leia Mais...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Hussein Obama eleito como 44º Presidente dos EUA

O assunto de hoje, como não poderia deixar de ser, é a eleição do novo Presidente democrata Barack Hussein Obama (é curioso o segundo nome dele). O objectivo deste post não é deter-me em considerações sobre o programa eleitoral e sobre a pessoa de Obama. Gostaria, sim, de reflectir um pouco sobre a importância que as cadeias internacionais de televisão dedicaram às eleições norte-americanas.

No presente momento encontro-me no Canadá. Tenho acesso via satélite à maioria dos canais televisivos da maioria dos países do continente americano (ou nos continentes norte-americano e sul-americano, visto que não há consenso nisto). Nos meus momentos de zapping tenho notado, de há alguns meses até à data, que grande parte do espaço noticioso em todos estes países é dedicado às eleições norte-americanas (penso que em Portugal há-de ser igual, pelo que me é dado a entender através da RTP Internacional). A maioria destes canais televisivos, favoráveis a Obama, optam todas pelo mesmo formato: actualidades da campanha; entrevistas no exterior perguntando às pessoas (vox populi) sobre qual o seu candidato favorito; entrevistas a emigrantes vivendo nos EUA; pequenas considerações sobre o programa eleitoral de cada um dos candidatos; debates sobre a campanha; opiniões dos principais opinion makers sobre as eleições; biografias sobre a vida de um e do outro candidato, etc. Isto não parece nada de novo, porque os formatos noticiosos tanto aqui na América como na Europa são bastante homogéneos (não me pronuncio sobre os restantes continentes porque não sei, mas não deve ser muito diferente).

Outra das características presentes nestes globalizados formatos noticiosos é a de repetirem ad eternum as mesmas notícias (no caso de se revestirem de alguma polémica, catástrofe ou escândalo).

A importância das eleições norte-americanas para o mundo globalizado é tremenda, quer queiramos ou não. São quase tão ou mais importantes como as eleições em cada um dos países deste nosso esbatido ponto azul (aplicando as palavras de Carl Sagan quando se referia ao nosso Planeta Terra). Alguém ouviu falar nas eleições Canadianas por aí? Só talvez os mais atentos devem ter escutado/ visto algo sobre as eleições legislativas que ocorreram aqui no passado dia 14 de Outubro, nas quais foi reeleito o primeiro-ministro conservador Stephen Harper. O mais cómico é que a campanha aqui mal se notou também, tendo sido dado muito mais relevo às presidenciais nos EUA. Mesmo tentando conversar com os canadianos sobre as eleições aqui no Canadá, era impossível prosseguir conversa sem que o assunto não esbarrasse nas eleições norte-americanas.

Vejo, ainda, com bastante cepticismo a tão apregoada "Change" por parte de Obama. Os lobbys nos EUA são muito fortes, principalmente os que dizem respeito ao armamento/ indústria militar, à banca, às grandes multinacionais, entre outros. Fazer melhor trabalho do que Bush vai ser bastante fácil (penso que até a palhaça Tété faria melhor), o que Obama não se livra é da pressão que todo mundo coloca nele, as expectativas são bastante altas. É certo que, de entre os dois principais candidatos, Obama é a melhor escolha, enquanto Mccain constituiria mais do mesmo. E não podemos continuar com o mesmo.

Leia Mais...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Dia histórico nos Estados Unidos

A gigantesca afluência às urnas e vários problemas nas máquinas de voto electrónico estão a marcar o processo eleitoral nos Estados Unidos, provocando enormes filas de gente à espera de participar naquele que muitos analistas antecipam como uma das mais participadas eleições presidenciais norte-americanas de sempre.

Acompanhado da filha mais velha, Malia, Obama votou na sua cidade, Chicago. «Votei», declarou, provocando os aplausos dos eleitores presentes.O senador por Illinois estava acompanhado da mulher, Michelle, e das filhas Sasha e Malia quando chegou à mesa de voto, numa escola primária. Obama demorou cerca de 10 minutos para preencher o enorme formulário de voto, que inclui outras questões administrativas além da escolha do presidente.

Logo depois, Joe Biden, votou em Wilmington (Delaware), ao lado da mãe Catherine e a esposa Jill. Ele saiu sorridente, com o polegar levantado em sinal de confiança.

Obama tem agendado um último comício em Indiana (norte), e Biden é aguardado em Virgínia (leste). Os dois homens devem se encontrar no fim do dia em Chicago.

Hillary e Bill Clinton, por sua vez, votaram em Chappaqua, no estado de Nova York.

Já o candidato republicano, John McCain, votou em Phoenix, Arizona, acompanhado de sua mulher, Cindy. McCain, segundo nas sondagens, votou e saiu rapidamente, evitando responder às perguntas dos jornalistas que o cercavam a secção de voto.

Depois de percorrer na segunda-feira milhares de quilómetros de avião e fazer comícios em sete estados, McCain resolveu fazer, nesta terça-feira, um esforço inédito num candidato presidencial americano, para tentar arrancar a vitória na última hora.

McCain incluiu em sua agenda duas acções de campanha nesta terça-feira, em Colorado e Novo México, dois estados considerados chave.

Sua candidata a vice, Sarah Palin, votou na cidade de Wasilla, no Alasca, acompanhada de seu marido, Todd.

As manchetes dos jornais americanos insistiram nesta terça-feira na importância histórica desta eleição. «A dois passos da história», anunciou o jornal New York Post, ao lado de uma grande foto de Obama. «A história vai ser escrita hoje», afirmou, por sua vez, o jornal nacional USA Today.


Como eles elegem o Presidente

Se ainda não percebeu bem o complexo sistema eleitoral norte-americano, chegou ao sítio certo. Saiba, por exemplo, como é que o maior número de votos dos eleitores não implica necessariamente a vitória de um candidato.



O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) é escolhido através de sufrágio universal e indirecto. Universal, porque todos os cidadãos americanos podem votar. Indirecto, pois votam para escolher os representantes para um colégio eleitoral, a quem cabe a decisão final.

Para se ser eleito Presidente dos EUA bastam 35 anos de idade e nascimento e residência, há pelo menos 14 anos, nos Estados Unidos. O Presidente também não pode cumprir mais que dois mandatos. Cumpridos estes requisitos, é então necessário ultrapassar o longo e extenuante processo de eleição, que decorre em duas fases.

Primárias

A primeira fase do processo compreende as chamadas primárias, que têm como objectivo a escolha dos candidatos que vão representar cada um dos partidos (o Republicano e o Democrata).

Cada Estado decide como dá rumo a este processo. Em alguns casos, votam apenas os filiados no partido, noutros, qualquer cidadão pode votar. Nas primárias, o voto é secreto, mas há Estados que optam pelo caucus, uma espécie de assembleia popular, em que a votação é pública (braço no ar), podendo até os eleitores alterar o seu voto enquanto ela decorre.

Desta votação, resulta um determinado número de delegados, que vão representar o candidato a que estão associados, numa Convenção realizada por cada um dos Partidos. É aqui que são anunciados, formalmente, os dois candidatos a Presidente dos EUA – embora na maioria das vezes, já se saiba, previamente, quem são estes candidatos, devido à soma do número de delegados eleitos durante as primárias.

Frequentemente, os candidatos com menos peso vão desistindo da competição, principalmente depois da «Super-Terça-feira» – em que quase metade dos Estados vão às urnas –, depois da qual vão diminuindo as dúvidas sobre quem será o vencedor da corrida.

Neste caso, temos Barack Obama e John McCain, pelo Partido Democrata e pelo Republicano, respectivamente, a disputar as eleições de 4 de Novembro.

Colégio Eleitoral

Segue-se então a segunda fase, agora disputada por apenas dois candidatos. Todos os cidadãos norte-americanos recenseados são convidados a votar no seu candidato favorito, nos seus respectivos Estados. Este voto irá servir para eleger um determinado número de delegados, que vão representar o candidato no Colégio Eleitoral. É neste que os delegados eleitos pelo povo vão escolher o novo Presidente dos EUA.

Quanto maior for a população de um determinado Estado, mais representantes terá no Colégio Eleitoral – daí que alguns Estados sejam mais importantes do que outros para que a campanha seja ganha. Para além disso, na maior parte dos Estados, o candidato com mais votos arrecada todos os delegados desse Estado para o Colégio Eleitoral, tendo os votos dos outros candidatos um efeito nulo.

É daqui que surge a controvérsia associada ao modelo norte-americano – é que quem tem mais votos, não é necessariamente quem ganha as eleições. Foi o caso polémico das eleições em que Al Gore perdeu a presidência para George W. Bush, mesmo contabilizando mais votos entre a população.

Leia Mais...

Sugestão cinematográfica do dia : W. (de Oliver Stone)


Ora chegados (humanidade) ao fim do reinado do Sr. Bush "Júnior", e em dia de eleições americanas, aqui fica a minha sugestão cinematográfica (nada apartidária, refira-se desde logo) levada a cabo por esse grande realizador de nome Oliver Stone e que nos faz pensar em como de facto na América.... tudo é possível.

W. à vossa consideração!

PS: O pormenor das "texanas" no cartaz está excelente.


Leia Mais...

domingo, 12 de outubro de 2008

Fidel considera "puro milagre" Obama estar vivo

"O que abunda em McCain são os anos", ironizou Castro, acrescentando que a sua companheira de lista, Sarah Palin, "não sabe nada de nada"


Ex-líder cubano lembra Martin Luther King

"Nos Estados Unidos existe um profundo racismo", diz Fidel, que faz questão de frisar que o democrata "ultrapassa em inteligência e serenidade" o rival republicano John McCain.

O ex-líder cubano Fidel Castro assinalou no sábado uma nítida preferência pela candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, considerando que o candidato democrata ultrapassa em inteligência o seu rival republicano, John McCain.

Castro declarou também que foi "puro milagre" que Obama não tenha sido assassinado como Martin Luther King.

"Nos Estados Unidos existe um profundo racismo e o pensamento de milhões de brancos não consegue reconciliar-se com a ideia de que uma pessoa negra, com mulher e filhos, ocupe a Casa Branca, que se chama assim: 'Branca'", escreveu Fidel na sua última "Refexão" publica no "site" oficial na Internet cubadebate.cu.

"É um puro milagre que o candidato democrata não tenha encontrado a sorte de Martin Luther King, Malcom X e de outros que acalentaram sonhos de igualdade e de justiça ao longos das últimas décadas", acrescentou, referindo aos dois líderes negros assassinados nos anos 60.

Recordando às "más notas" do republicano McCain na Escola Militar de West Point e a sua confissão de falta de conhecimentos em questões económicas, Castro sublinhou que o adversário democrata "ultrapassa-o em inteligência e serenidade".

"O que abunda em McCain são os anos", ironizou Castro, acrescentando que a sua companheira de lista, Sarah Palin, "não sabe nada de nada".

Obama declarou-se favorável a uma abertura a Cuba, submetida desde 1962 a um embargo norte-americano, enquanto McCain se pronunciou pela manutenção da linha dura seguida pela administração de George W. Bush.

Leia Mais...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

McCain novamente no centro da polémica

Quando alguém é "talhado" para algo, tarde ou nunca se livra dessa "talhagem", e é seguindo esta regra americanizada da política que encontrei mais esta "gaffe" ou em português corrente "asneira" do candidato republicano McCain.



A forma depreciativa como McCain se referiu ao seu adversário, durante o debate, utilizando a expressão 'that one' (aquele, em português), voltou a gerar polémica, depois de, na mesma semana, Sarah Palin também ter acusado Obama de «não gostar o suficiente do seu país, ao ponto de se dar com pessoas que já atentaram contra a sua nação». Enquanto uns consideram estes actos racistas e despropositados, outros preferem ignorar e ultrapassar mais esta infelicidade de McCain e da sua vice-presidente.

O mais recente «caso» deu-se durante o segundo debate entre os candidatos, numa altura em que McCain criticava o opositor por ter votado favoravelmente, em 2007, a uma lei sobre energia da administração Bush. «Sabem quem votou favoravelmente? Nem vão acreditar. Foi aquele ['that one', apontando para Obama]. Não eu!» Foi esta a frase que gerou polémica, acusações de racismo e cujo vídeo (nas mais diversas versões) já inundou o You Tube.

Aproveitando a onda de popularidade de Obama que, durante esta semana, passou a liderar as sondagens em estados importantes, Larry King resolveu convidar Michelle Obama para o seu programa, na CNN.

A mulher do candidato democrata mostrou ter a 'lição' bem estudada e conseguiu esquivar-se na perfeição a todas as perguntas, até mesmo àquelas que continham uma ou outra rasteira.

Michelle admitiu estar a gostar muito da experiência e desvalorizou todas estas situações, relembrando que o principal problema, actualmente, é a crise económica. Os americanos «não se preocupam com estas lutas entre candidatos... eles querem respostas reais de como cada candidato vai conseguir salvar a economia e garantir serviços minímos de saúde. O resto faz parte da política», afirmou a candidata ao 'cargo' de primeira-dama dos EUA.

Durante a sua entrevista, Larry King fez questão de passar a pente-fino o outro tema quente da semana, a acusação de que Obama estaria ligado a supostos terroristas, ao que Michelle respondeu que o marido não tem culpa «das actividades em que outra pessoa possa ter estado envolvida quando ele tinha 8 anos».

Michelle acredita que estes 20 meses de campanha serviram para as pessoas conhecerem suficientemente os candidatos. «Conhecem o seu coração, o seu espírito e aquilo que encorajo as pessoas a fazer é a julgar Obama, e os outros candidatos, com base no que eles fazem, nas suas acções, no seu carácter, com o que fazem da vida e não com actividades em que qualquer outra pessoa posssa ter estado envolvida quando eles eram apenas crianças», afirmou.

A mulher do candidato mostrou todo o seu fair-play quando teve de dar a sua opinião sobre Sarah Palin. «Penso que ela é um excelente exemplo dos diferentes tipos de papel que a mulher assume na sociedade», disse à CNN. Sarah Palin faz «publicamente aquilo que qualquer mulher faz no seu círculo privado. Aquilo por que lutamos e queremos assegurar é que qualquer mulher tenha as mesmas oportunidades e opções que Sarah Palin e eu temos», concluiu.

Leia Mais...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Sarah Palin e o The Alaskan Independence Party

Dá para acreditar nisto?

Leia Mais...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Quando se prefere Obama e a máquina diz McCain

Por agora não passa de um pequeno vídeo humorístico, veremos se brevemente ouvir-se-á falar de problemas nas eleições americanas, nomeadamente no estado do Ohio, ou Florida.

Leia Mais...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cão raivoso Palin

O texto abaixo exposto é da autoria de Matt Taibbi, colaborador da revista Rolling Stone, e publicado no site alternet.org. Para quem estiver interessado em ler o texto na íntegra (em inglês) pode clicar aqui.

Matt chega a ser extremamente mordaz (mas certeiro) no ataque que faz à conservadora, beata fundamentalista e burra Sarah Palin, tal como poderão constatar já de seguida.

Não vou estar com mais delongas, o melhor é lerem este interessante texto.

“Sarah Palin é o símbolo de tudo o que está mal com os Estados Unidos modernos. Como representante do nosso sistema político, ela é uma nova geração de répteis maléficos, a última obra-prima cínica de manipuladores como Karl Rove. Mas mais do que isso, ela é um símbolo horrível de o quão pouco exigimos em troca de uma rendição de poder político. Não é apenas que Palin seja uma fraude, ela é uma reles fraude, 20 degraus abaixo do menor denominador comum, uma personagem burra demais até para os programas de televisão da tarde [o autor aqui refere-se aos shows como Oprah, Ellen, The View] – e no entanto este país irá “come-la por inteiro”, aplaudindo cada passo que ela der. Isto porque a maior parte dos Americanos já não consegue reunir energia para mais nada do que seja estar sentado e deixar-se ser masturbado pelos manipuladores calculistas que governam o “paraíso do consumo” que se tornou esta nação.

(…)

Sarah Palin tornou-se um produto de marketing tão bem aceite que o facto de ela ter uma filha solteira com uma criança no útero até nem teve importância nenhuma. Claro que, se uma das filhas de Obama aparecesse na Convenção Democrata com um alto de 5 meses na barriga, os defensores da “moralidade tradicional” estariam aos gritos. Igualmente varrido para baixo do tapete é o facto de Palin estar envolvida num caso de abuso de poder devido ao despedimento de um chefe de polícia depois deste ter-se recusado a despedir o ex-marido da irmã de Palin, ou quando Palin, já Presidente da Câmara de Wasila (Alasca) tentou despedir a bibliotecária da cidade, Mary Ellen Emmons, depois desta última ter resistido à pressão por parte de Palin de ter certos livros censurados.

E depois há todo a “bagagem de deus”: Palin pertence a uma igreja onde o pastor, Ed Kalnins acredita que qualquer critica a Bush “vem do inferno”, afirmou que quem votasse em Kerry nas eleições de 2004 “não seria salvo”, que o Alasca será o “sítio de refugio” para os Cristãos nos “últimos dias”. Palin ela mesmo está em imagens onde reproduz as usais idiotices dos “born again” [alusão aos que "renascem para Cristo"], como a ideia que um oleoduto recente no Alasca tinha sido “vontade de Deus” e descrevendo a guerra do Iraque como “tarefa em serviço de Deus”. Igualmente Palin apoia o ensino de criacionismo nas escolas, é contra o aborto mesmo em caso de vítimas de violação, rejeita a ciência por detrás da evidência do aumento da temperatura global e é congregante de uma igreja que tenta converter judeus e “curar” homossexuais.

(…)

Isto é o que Sarah Palin representa: ser-se um porco gordo e nojento, que coloca um autocolante que diz “Country first” nas suas mamas de homem e que grita “USA, USA” no limite dos seus pulmões, enquanto os filhos vivem de cartões de crédito e os Árabes compram as quintas hipotecadas do Kansas.

O que é verdadeiramente revoltante sobre Sarah Palin não é que ela seja totalmente não qualificado, ou que seja uma extremista religiosa, ou que seja incapaz de educar a sua filha sobre sexo, ou que seja uma falsa conservadora que aumenta impostos ou que se apropria de dinheiro federal cada vez que pode. Não, a coisa mais revoltante é isto: ela faz com que o povo Americano pense que apesar de terem sido sodomizados durante uns sólidos 8 anos, querem mais do mesmo durante os próximos 8, e isto em troca de ter Sarah Palin como um motivo de fantasias pornográficas durante as próximas semanas antes das eleições.”

O texto acima foi traduzido por Ricardo Silvestre do Portal Ateu.

Leia Mais...

domingo, 14 de setembro de 2008

"Pirateando" a Democracia (Hacking Democracy)


Recentemente estive a assistir a este interessante documentário produzido pela cadeia norte-americana HBO, sobre o modo de funcionamento do sistema eleitoral dos Estados Unidos, que deixa transparecer um sistema de voto completamente vulnerável a manipulações e revela a decadência da democracia americana.

Agora que as eleições para a presidência norte-americana se aproximam, nada melhor do que olhar com especial atenção, para o modo de como tudo se processa.

Aqui fica então um pequeno trailer do documentário "Hacking Democracy",para a vossa consideração e análise.

Leia Mais...