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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Massive Attack - Teardrop (Live from Abbey Road 2007)

Para descontrair um bocadinho, hoje decidi postar um vídeo musical fabuloso gravado na mítica Abbey Road (England) em 2007 pelos Massive Attack, definitivamente uma das minhas bandas de «culto»!

Enjoy it!!

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domingo, 14 de junho de 2009

Pintores Portugueses: José de Guimarães

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pintores Portugueses : Nadir Afonso



Pintor e arquitecto português. Nasceu em Chaves em 1920. A música é de George Shearing.

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sábado, 9 de maio de 2009

Uma Obra, Um Artista : Robert Rauschenberg



"Retroactive I"
1964
213,4 x 152,4 cm
Óleo e tinta de serigrafia s/tela

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sábado, 2 de maio de 2009

Pintores Portugueses: Graça Morais

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Uma Obra, Um Artista : Auguste Rodin



"O Pensador", 1880
Bronze
68,6 x 89,4 x 50,8 cm

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sábado, 18 de abril de 2009

Pintores Portugueses: Júlio Pomar

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Pintores Portugueses : Vieira da Silva

Esta é uma nova rubrica, que essencialmente pretende divulgar um pouco mais da Pintura portuguesa, servindo também o propósito de podermos divagar um pouco pelas obras dos artistas em destaque acompanhados de pequenos excertos musicais.
Os créditos deste trabalho vão inteirinhos para Jomarvaz, autor destas composições.
Para inaugurar esta nossa nova "galeria", deixo-vos com uma amostra do trabalho de Vieira da Silva.

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Uma Obra, Um Artista - Willi Baumeister

"Standing Figure with Blue Plane", 1938
Óleoe areia s/tela
82 cm x 65,5 cm
Museu Ludwig ,Colónia

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domingo, 8 de março de 2009

Uma Obra, Um Artista - Paula Rego




"Dancing Ostriches" (tríptico)
Pastel s/ Papel, 1995
150 cm x 150 cm

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Uma Obra, Um Artista - Paul Gauguin

(clicar na imagem para visualizar melhor)
"Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?"
,1897
Óleo s/ tela
54 3/4 x 147 1/2 in.
Museum of Fine Arts, Boston

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domingo, 15 de fevereiro de 2009

E assim vai o cinema de autor em Portugal


O semanário "SOL" deste fim-de-semana, a propósito de cinema de autor português , noticiava que o Estado contribuiu com cerca de 1 milhão de euros para a realização de 2 filmes ("Vanitas" e "Querença") que juntos tiveram 571 espectadores. Convém salientar que o record em assistências negativas,continua na posse da obra "Brumas" com cerca de 24 espectadores (famílias pequenas e poucos amigos devem ter os seus criadores) .
As minhas questões são as seguintes:

- Afinal de que serve estar a financiar obras cinematográficas, as quais não são vistas por praticamente ninguém?
-Como justifica o Estado os critérios de financiamento para tais obras?
- De que vale a pena, continuar a apoiar artistas (realizadores no caso) que mais não fazem do que falar para si mesmos, situando-se muitas vezes no domínio do puro narcisismo artístico?

Cá me parece que a questão tão apregoada do dito serviço público, nesta matéria, está a deixar muito a desejar. Aquilo que podemos deduzir é que, em vez de serviço público, aquilo que se verifica nesta situação não é mais do que serviço de compadrio.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Uma Obra , Um Artista - Salvador Dali

Crucifixion (Corpus Hypercubus), 1954
Óleo s/ tela
194,5 x 124 cm

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Homenagem a uma Artista - Marianela de Vasconcelos

Não podia deixar de mencionar aqui, no meu "terço espaço" a minha homenagem também a uma mulher, artista, escritora, "opinion maker", que tive o privilégio de privar profissionalmente, colaborando na paginação de uma da suas obras "Sentido Inverso" o qual tem um autógrafo personalizado e uma dedicatória à minha pessoa, que guardo religiosamente na minha mini biblioteca. Adorei conhece-la Marianela, obrigada pelos ensinamentos e até sempre, esteja lá onde estiver, mas o seu bom-humor e simpatia estará sempre presente. Obrigado.

Marianela de Vasconcelos, falecida no verão de 2007, vai ser homenageada através de uma exposição retrospectiva que vai estar patente na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, entre 14 de Fevereiro e 28 de Março.


A exposição é composta por quadros da pintora, alguns textos escritos por Marianela de Vasconcelos, entre os quais artigos de jornais, poemas, contos e crónicas. Também podem ser vistas algumas colecções de postais e fotografias de Marianela de Vasconcelos, bem como quadros de alguns alunos da escola de pintura que Marianela de Vasconcelos dirigia, o “Happycentro”.

Em exibição, nos claustros da Galeria, vai estar um slide-show de curta duração sobre a vida de Marianela de Vasconcelos, que vai funcionar em continuo durante toda a exposição.

No âmbito desta iniciativa de homenagem à artista vão decorrer várias actividades, entre as quais o lançamento da fotobiografia “Marianela de Vasconcelos – Um Olhar a Cores”, apresentada pelo jornalista Carlos Pinto Coelho, no dia de inauguração da exposição. Está prevista também uma conferência de imprensa, na sala documental do Castelo de Loulé, durante a apresentação da obra artística de Marianela de Vasconcelos, e a representação teatral de textos de Marianela de Vasconcelos pelo Teatro Análise de Loulé da Casa da Cultura.

De referir que, durante a inauguração e nos restantes dias da exposição, algumas obras de Marianela de Vasconcelos vão estar à venda. Os interessados poderão adquirir obras originais, reproduções de alguns dos seus quadros, fotobiografia, livros e postais, cujas receitas revertem a favor do Lions Clube de Loulé e do Fundo de Manutenção da Obra Artística de Marianela de Vasconcelos.

A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9 às 17:30 horas, e ao sábado, das 10 às 15 horas.

Artista dos sete ofícios

A artista plástica, escritora e jornalista Marianela de Vasconcelos nasceu em 1945, em Pessegueiro do Vouga. Aos três anos foi viver para Lisboa onde passou grande parte de sua vida, até aos 45 anos.

Marianela dançou ballet, pelo Teatro São Luís, e praticou ginástica aplicada, pelo Ginásio Clube Português, desde criança, vindo mais tarde a interromper ambas actividades devido a problemas cardíacos diagnosticados depois da adolescência.

Desde a adolescência que Marianela ganhou atenção pública pelo seu talento na escrita de poemas, muitos publicados na imprensa diária e não-diária e transmitidos na antiga Emissora Nacional, no programa coordenado pela escritora Odette Saint-Maurice.

Iniciada em cursos de artes plásticas durante a frequência do liceu, Marianela teve trabalhos distinguidos em desenho e baixo-relevo. Mas foi só aos 40 anos que frequentou o curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa.

Licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa. Também obteve diplomas em Inglês (Cambridge University), Italiano (Instituto di Cultura Italiana in Portogallo) e alemão (Deutche Institut). Enquanto estudante universitária coordenou o programa da rádio universitária “Nova Musa”, onde poemas escritos por estudantes universitários eram transmitidos.

Em 1986, o manuscrito do livro “O Romance Possível” foi distinguido com o Prémio Literário do Círculo de Leitores, com recomendação para publicação. Em 1988, “O Romance Possível” foi publicado. Ainda em 1988, os “Contos da Idade do Riso” ganhou o Prémio Literário Cidade da Amadora.

Depois de recuperar da segunda intervenção cirúrgica de sua vida, em 1989, Marianela mudou-se para o Algarve, com os seus dois filhos adolescentes, para se juntar ao seu marido.

No Algarve, dedicou-se, quase a tempo inteiro à pintura, apesar de, como jornalista free-lancer, ter continuado a escrever para jornais e revistas locais e nacionais.

Em 1990, Marianela é convidada pela Câmara Municipal de Sever do Vouga a expor individualmente o seu trabalho, constituído maioritariamente por aguarelas. De 1990 a 2007, Marianela de Vasconcelos apresentou a sua pintura em mais de meia centena de exposições, individuais e colectivas, em Portugal e no estrangeiro.

“Sentido Inverso”, desta vez de poemas, é o seu terceiro e último livro, lançado em 1993.

Dado o seu fascínio pela pintura, em 1999, Marianela começou o Happycentro, escola de pintura a crianças e adultos, portugueses e estrangeiros, no seu atelier em casa. Consequentemente, apresentou várias exposições colectivas juntamente com as obras de seus alunos.

A partir da década de 90, Marianela foi membro activo da Associação Inglesa de Pintores (SAA), Associação Ibérica de Artistas Plásticos (AIAPS), Associação Nacional de Artistas Plásticos (ANAP), Associação Cultural SOL XXI e Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Uma Obra, Um Oportunista - David Cerny


Hoje decidi fazer a esta rúbrica aqui do O. Shakers uma pequena alteração que advém do facto de procurar mostrar que, nem sempre a criação dita artística, é de facto genuinamente artística, sendo muitas vezes mais oportunista.
A obra em causa foi muito "badalada" recentemente nos Media, bem como o respectivo criador, para quem não acompanhou o facto aqui fica o essencial da estória.

"A notícia começou a correr no dia 13 de Janeiro: a obra encomendada ao escultor David Cerny para assinalar os seis meses de presidência da União Europeia pela República Checa, que agora começam, é uma fraude. Fraude, e de mau gosto, acrescentarão muitos, possivelmente satisfeitos por terem um motivo material para se desembaraçarem da polémica obra.A fraude prende-se com o facto de o projecto, chamado Entropa, ser alegadamente concebido por 27 artistas de cada um dos países da UE. Mas na verdade ele é exclusivamente de Cerny, que inclusivamente forjou os currículos e identidades dos restantes 26 artistas (o que justificou depois com a impossibilidade de cumprir prazos e com as limitações financeiras).

Quanto ao escândalo, esse tem a ver com a forma como cada um dos países - peças de um puzzle - surge representado. Os estereótipos mais básicos e alguns preconceitos são usados. Assim, a Alemanha é composta por um emaranhado de auto-estradas que se assemelham a uma cruz nazi; Portugal é uma tábua com três bifes que têm a forma de três ex-colónias; a Itália é um campo de futebol; a Bélgica é uma caixa de bombons; a Suécia está sobre uma caixa que lembra as dos móveis da cadeia IKEA. E por aí fora...

Cerny é conhecido por outras obras polémicas (incluindo uma cabeça de Saddam Hussein conservada em formol). Cerny, justifica o projecto Entropa com a necessidade de brincar com os estereótipos e olhar criticamente para as diferenças; assume (suponho que apenas desde que foi descoberto?) a fraude, defendendo-se com uma tradição artística checa de mistificação e de grotesco, e com a criação de falsas identidades como uma estratégia da arte contemporânea. "Acreditamos que o meio de Bruxelas é capaz de fazer uma auto-reflexão irónica, acreditamos no sentido de humor das nações europeias e dos seus representantes". Ao que parece, enganou-se...

A Bélgica tinha já pedido para ser retirada da instalação. Desfeito o engano, a presidência checa diz que irá "tomar medidas".

Esta instalação tinha custado 50.000 euros. Mesmo que Cerny devolva o dinheiro, fica o resto. Deve ter-se divertido imenso, pelo menos até o céu lhe cair em cima da cabeça."

Fonte: Obvious

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Uma Obra, Um Artista - Jackson Pollock

"Lavender Mist: Number 1", 1950
Óleo, alumínio s/ tela
221 cm x 300 cm

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Uma Obra, Um Artista - Kazimir Malevich

O mestre daquilo a que muitos designam de "Suprematismo".
Um quadro extremamente cerebral e infinito, que anuncia o limiar da própria pintura.

"Branco no Branco" - 1918
79,4 cm x 79,4 cm
Óleo sobre tela

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Lendas do Jazz : John Coltrane


Quando se ouve John Coltrane, é como um renovar dos nossos conceitos sobre sonoridade inventiva. É presenciarmos uma riqueza musical altamente criativa e genial. Existisse uma escala pictórica para julgar outras artes, pessoalmente colocaria Coltrane ao lado de Pollock. A linguagem musical de Coltrane, é um mergulho profundo, como o de Pollock, num mundo de arabiscos, labirintos e de um caleidoscópio expressivo.

E pensar que existe muita gente que julga que " um fulano que toca Jazz num saxofone, é alguém ultrapassado e não passa de um músico de baile para a 3ª idade" . Foi o que há alguns tempos ouvi de um familiar na casa dos 20, apologista do momento, como é habitual nesta idade. Valerá a pena sequer contra-argumentar tamanha teoria? É lógico que não, até porque contra a ignorância não pode haver uma profícua e interessante discussão de ideias!

A idade, obviamente, que não é critério para nada (deixemos aqui as crianças de parte, claro), no entanto há pessoas que muito precocemente, conseguem ter uma maior sensibilidade para as Artes do que outras. Não são é a maioria infelizmente!

No início dos meus 20's , também eu desconhecia por completo Coltrane, o Jazz para mim era algo intrigante que suscitava o meu interesse, mas apresentava-se ainda envolvido por uma atmosfera densa derivada do pouco contacto que tinha com este estilo musical.

Para se entender ou se sentir (conforme uns sejamos mais racionais e outros mais emocionais) a Arte, temos que ter obrigatoriamente acesso e contacto com ela.

Mas finalizando, aos 20 ainda podemos dar-nos ao luxo de ir juntamente com a "manada" ou se preferirem "na onda".

Se puder ser, ao som - claro- de Coltrane!

Senhores e senhoras, convosco John Coltrane - My Favourite Things

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Uma Obra , Um Artista - Franz Marc

"Fighting Forms",1914
Óleo s/ tela
91 cm x 131 cm

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Uma Obra , Um Artista - Mark Rothko

Red, Orange, Tan, and Purple, 1949
214.5 x 174 cm
Óleo s/ tela

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