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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Petróleo - nem Branco nem Transparente

Depois da guerra aberta entre gasolineiras sobre o caso das chamadas marcas brancas vendidas nos Hipermercados a um preço mais acessível, as quais supostamente não teriam qualidade e que poderiam danificar os motores, eis que se veio provar que as razões alegadas pelo cartel não teriam qualquer fundamento.

Enquanto essas denominadas marcas brancas não atingiram uma fatia demasiado apetecível para qualquer ganancioso ligado ao negócio do petróleo, ninguém se preocupava com os motores dos carros dos coitaditos dos consumidores, porém agora que os Hipermercados já controlam quase 30% desse mercado é que a ANAREC e os malfeitores da GALP, subitamente e por uma questão de "altruísmo", que lhes é bastante característico, resolveram preocupar-se. De tanto alarido que fizeram eis que agora saiu um estudo da DECO sobre a transparência nas empresas. É curioso que das 363 empresas cotadas na Bolsa, a GALP ficou no deplorável 358º lugar. Podemos concluir que a GALP detesta o branco e o transparente, ficando-se assim mais pelas cores escuras e turvas, as quais deveriam fazer parte do seu logótipo.

A DECO deveria ter feito, igualmente, um estudo sobre a ética de algumas empresas, aí aposto que a GALP atingiria o último lugar.

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Galpadas atrás de golpadas

"O «bom desempenho» do segmento de refinação/distribuição, permitiu compensar a diminuição dos resultados do segmento de negócio de gás, refere a empresa no comunicado divulgado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

O lucro operacional da Galp Energia antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) melhorou 9,4 por cento, para 975 milhões de euros, num período em que as vendas cresceram 20 por cento para 15 mil milhões de euros.

Só as vendas de gás natural cresceram 4,8 por cento, para 5.638 milhões de metros cúbicos.

Cerca de 80 por cento desse investimento foi canalizado para o segmento de refinação e distribuição.

Em conferência de imprensa, o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, assumiu a empresa como uma das dinamizadoras da economia nacional, mas também como exportadora e empregadora."

A minha opinião:

É deveras vergonhoso o facto do presidente da galp (as minúsculas são mais condizentes com esse tipo e com essa empresa) vir arrotar na cara dos portugueses depois de se ter empanturrado às custas de nós todos.

Só 105 milhões de Euros correspondem à redução a "passo de caracol" dos preços dos combustíveis, ou seja, quando o preço do petróleo já tinha baixado lá fora, aqui ainda não tinha sido acertado. Mas quando a quadrilha da galp ouve que vai haver um aumento de preços lá fora, trata imediatamente de aumentar os preços e isto com a mesma rapidez com que o Bayern enfiou ontem 7 golos no fundo da baliza do Sporting.

Ainda o biltre diz que é devido ao "bom desempenho". Se olharmos duma perspectiva criminal, essa quadrilha até foi eficaz no roubo.

Fonte: TSF

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Combustível - O Roubo Continua (numa gasolineira perto de si)



Pois é!! O trio atacou novamente aumentando o preço dos combustíveis. Esta foi mais uma GALPada Bem Planeada CE PenSArmos bem.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Isto por aqui está mesmo mal quando...! (Parte 2)

Quando o preço do barril de petróleo aumenta, esse aumento reflecte-se imediatamente nas nossas gasolineiras. Por outro lado, quando diminui, essa diminuição só se reflecte algum tempo depois. Para além disso, e tendo em conta que o preço de barril de petróleo caiu para 2 terços desde o final do Verão, o preço nas nossas gasolineiras só caiu para 1 terço.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A província de Alberta no Canadá e Portugal. Uma pequena e aflorada comparação

Estou actualmente passando umas "fériazitas" na província de Alberta. Esta riquíssima província do Canadá tem como príncipais indústrias a extracção do petróleo, a agropecuária, a indústria de manufaturação, as finanças e o turismo. Além disso, as “areias oleosas” do norte do Canadá abrigam a maior reserva de petróleo do mundo. As “areias oleosas” do norte de Alberta são o empreendimento energético estrategicamente mais importante do mundo na última década. Uma mistura de betume, argila, areia e água, as areias ficam pouco abaixo da superfície de 140 mil quilómetros quadrados de “muskeg”, um termo canadiano que designa os bosques pantanosos boreais que se estendem ao redor dos dois maiores rios do Canadá, o Athabasca e o Peace, e também do lago Cold Lake. A maior parte delas está localizada na província de Alberta, no oeste do Canadá, apesar de uma quantidade de betume também se estender até Saskatchewan, mais ao leste.

Alberta tem estimado para este ano um superavit de 8,5 biliões de dólares canadianos. Antes de convertermos este número para Euros, temos que aplicar a escala curta e colocar aquele número com apenas 9 zeros (ao invés dos 12 zeros para designar os biliões na Europa que não fala inglês). Sendo assim, temos qualquer coisa como isto: 8,500,000,000 C$ (8,5 mil milhões de Dólares Canadianos, o que mesmo assim é muita fruta). Se "traduzirmos" isto tudo para Euros temos qualquer coisa como 5.529,608,505 €. O Gross Product (PIB) de Alberta foi de 72 biliões de dólares canadianos em 2007. O Canadá tem estimado para este ano um superavit de 2,3 biliões de dólares, não admira que já haja um movimento separatista de Alberta, visto que o superavit desta província se esvai noutras províncias mais pobres do Canadá.

"Portuguêsmente" falando, nem sequer me refiro ao nosso superavit, porque ele não existe, mas sim àquele enorme buraco, vulgo défice, que torna a vida da maioria dos portugueses um constante apertar do cinto (já nem sei onde irei fazer mais buracos no meu), o mesmo era de 2,6% em 2007. O PIB português era, também, em 2007 de 7.332,800,000 €.

Economicamente falando, o excedente resultante da execução orçamental da (diferença entre ganhos e gastos) província de Alberta para 2008 é quase equiparado com a riqueza que Portugal gerou em 2007 (infelizmente somos mesmo um microorganismo na economia mundial).

Motejantememente falando (desculpem-me a palavra grande, é mesmo só para motejar um pouco), a riqueza que Alberta produz num ano, ou seja, 72 biliões de dólares canadianos (equivalente a 46,839,036,744 €), para atingirmos esse número nós teríamos que vergar a mola durante uns bons 6 anos e picos. No final desse pequeno período de tempo, estaríamos 36 vezes mais pobres do que no início. Pelo que teríamos de desistir e tirar umas férias de quase um ano se pedíssemos os restos a Alberta para nos suportar.

No Estado do Texas (EUA), outro grande produtor de petróleo, o superavit até é superior, ou seja, 10,7 biliões de US$ (10.700,000,000 US$ aplicando a escala curta). Porém, esse enorme valor, esvai-se também na enormíssima dívida dos Estados Unidos que é cerca de, imagine-se, 9.13 triliões de US$ (9.130,000,000,000 US$ aplicando a escala curta).

Quem disse que esta coisa do petróleo não dá dinheiro, hã?!!!

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